sexta-feira, 5 de agosto de 2011

NÚCLEO ESTADUAL / COMITÊ SETORIAL

GESPÚBLICA RS
                                                                        

PAUTA DA REUNIÃO Nº 05/11


Data: 16/08/2011                                                      Horário: 16:00 horas.


Local: Av. Padre Cacique 112 (no prédio ao lado da Central de Atendimento ao Eleitor - Sala de Treinamento da STI) – Porto Alegre.

 ASSUNTOS:
 
  • Divulgação das Atividades do Núcleo

  • Acompanhamento do Calendário de Cursos

  • Cursos de Interpretação de Critérios e de Avaliadores do PGQP

  • Programação para evento de Sensibilização do SAGS (PGQP)

  • Programa de Benchmarking

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Porto Alegre, 02 de agosto de 2011.

      Prezado(a) Dirigente,
               

Primeiramente queremos cumprimentá-lo e agradecer pela confiança no PGQP, que completou recentemente 18 anos. O Programa Gaúcho da Qualidade e Produtividade – PGQP é uma realidade que muito nos orgulha. Os diversos resultados alcançados por esse importante movimento no Setor Público, no Setor Privado e no Terceiro Setor, consolidam a importância da utilização de sistemas de gestão fundamentados em metodologias reconhecidas internacionalmente.

Com este objetivo de instrumentar a melhoria na gestão, desenvolvemos um sistema diferenciado de apoio às organizações. Este processo visa um Sistema de Avaliação da Gestão Simplificado - SAGS, que tem como diferencial o acompanhamento da Comissão Técnica do PGQP e do Comitê Setorial GesPública. Neste processo a participação do Principal Executivo é necessária.

O instrumento de avaliação está alinhado aos Critérios de Excelência e tem como característica uma linguagem acessível e adaptada para organizações que buscam a melhoria da gestão, mas atualmente não aplicam os instrumentos disponibilizados pelo PGQP (Compromisso com a Excelência - 250 pontos e Rumo à Excelência - 500 pontos).

Gostaríamos de contar com a sua participação pessoal para avaliar a sua organização de acordo com o instrumento criado do SAGS. Cabe destacar que estamos selecionando a sua organização no universo de mais de 9 mil com adesão ao PGQP.

                                         A primeira etapa deste processo contempla a auto-avaliação da gestão utilizando o instrumento simplificado (100 pontos).  Esta fase está agendada para o dia 26 de Setembro de 2011, das 14h00 as 17h00, na Superintendência de Administração do Ministério da Fazenda - Av. Loureiro da Silva, nº 445, 11º andar, auditório – Centro – Porto Alegre.

Aguardamos a sua confirmação para este evento através do email danilo@semae.rs.gov.br  até o dia 19/09/2011,  às 17 horas, mas as vagas são limitadas. Caso tenha alguma dúvida contatar Danilo (51) 3579-6071.

Com seu apoio, estamos determinados a avançar, de forma profunda e contínua, no aprimoramento das organizações públicas do nosso Estado. Temos a convicção de que esse processo permitirá aprimorar a gestão, garantindo a obtenção de resultados superiores.

                Antecipadamente agradeço a sua atenção. 

Danilo da Costa Duarte
Coordenador Geral do Comitê Setorial GesPública
Qualidade RS (PGQP)

segunda-feira, 1 de agosto de 2011



Se a montanha for pequena, nem suba!

Quando eu era menino, muito curioso, um dia descobri um livro velho num baú. Fiquei tão impressionado com sua leitura que nunca mais o esqueci: ‘A Luta das Caravanas’ de Zane Gray. Tratava-se de uma daquelas caravanas que partiram para a conquista do Oeste dos Estados Unidos. A parte que mais me impressionou foi quando a caravana chegou às Montanhas Rochosas e abriu seu próprio caminho através daquele maciço com mais de 4.000 m de altura, em meio a ataques de índios, animais ferozes, neve e gelo.

Depois de adulto, passei sobre as Rochosas de avião dezenas de vezes rumo à Califórnia, e nunca me cansei de pensar: ‘Como os colonizadores desse país conseguiram isso?’ ‘Como conseguiram atravessar da Costa Leste para a Costa Oeste?’ Quilômetro após quilômetro, dia após dia, mês após mês. Então me dei conta do que os movia adiante. Mais do que a conquista do Oeste, aquele povo ia à busca de um grande sonho. De tudo o que possuíam na vida – suas carroças, seus suprimentos e seus sonhos – o que contava mesmo eram estes.

Eles tinham ambição. O seu foco não estava no perigo das pradarias, nem nos desafios das montanhas. Embora os seus corpos ainda não estivessem lá, em suas mentes e corações eles já haviam chegado do outro lado. A despeito de todas as dores, dos sacrifícios, dos nascimentos e mortes durante o percurso, aqueles que conseguiram chegar do outro lado tinham uma única visão: chegar a uma terra extraordinariamente rica onde o sol brilha sempre. O sonho de começar novamente, onde todas as coisas são possíveis. Os seus sonhos eram mais fortes do que os obstáculos pelo caminho.

Nossas conquistas hoje são outras, os desafios são outros, os perigos são outros. Tenho visto muita gente se deixar abater, muitas vezes diante de ‘colinas’ tão pequenas, e me lembro da ‘Luta das Caravanas’. Nós podemos deixar qualquer coisa de lado na vida, menos nossa busca da ‘terra extraordinariamente rica onde o sol brilha sempre’.

E essa terra encontra-se no espaço infinito da nossa mente e do nosso coração. Só nutrindo sonhos que para a maioria pareçam impossíveis; só enxergando aquelas coisas que as outras pessoas não enxergam; só chegando ao outro lado da montanha antes que os nossos pés cheguem lá, só assim continuaremos seguindo em frente. Portanto “se a montanha não for suficientemente alta’, nem suba, pois só chegamos ao grandioso desafiando o impossível.” Ao seu sucesso e auto estima lá em cima!
Wilson Meiler


Rotina Estraçalhada - A Valorização do Capital Humano

Helena Ribeiro



Autor:Josué Menezes – Jornalista em 01/09/2001 Abaixo os padrões comportamentais previsíveis. A superação dos limites profissional exige quebra de paradigmas, raça e adrenalina. Com esta filosofia, os novos treinamentos ao ar livre conquistam espaço no mercado que privilegia o Capital Humano como diferencial competitivo. Estes argumentos fundamentam a tendência dos treinamentos de Recursos Humanos (RH) cuja proposta é desafiar os homens e mulheres de negócios, colocando-os para enfrentar situações que exigem o rompimento de barreiras internas para vencer os obstáculos.

O entrosamento das equipes é uma das conseqüências naturais deste tipo de treinamento. A idéia da superação dos limites está sendo colocada à prova no ambiente profissional das grandes corporações. Este conceito de treinamento exige total desprendimento e espírito de aventura. Todo o trabalho tem embasamento tendo os valores empresariais como referenciais de análise valorizando a quebra de barreiras internas e a capacidade de adaptabilidade justificando todo o empenho para promover um treinamento inusitado, contando com diversas atividades de esporte aventura e até cursos típicos como básico de sobrevivência na selva.

O inusitado também aparece como elemento chave no novo conceito de treinamento que as empresas mais modernas estão promovendo. Esta é a filosofia do “outdoor training” – treinamento ao ar livre – que está sendo disponibilizado para as empresas. O Outdoor training é a mais moderna modalidade de treinamento empresarial adotado pelas corporações que visam quebrar radicalmente o gelo de suas equipes de trabalho.

Quando uma empresa resolve investir em treinamentos vivenciais, a justificativa mais consistente é a idéia de propiciar algo que realmente sugestione e estimule a superação de limites e a integração das equipes. “O acompanhamento das atitudes e comportamento dos profissionais são observados para subsidiar analogias com o cotidiano das empresas”, explica Helena Ribeiro - Consultora Empresarial, responsável técnica pelo Outdoor Training da Razão Humana Consultoria.

Todos esses desafios impostos pela natureza se transformam em analogias ao cotidiano da empresa. Os programas são compostos por diversas atividades ao ar livre como: Rappel; Trilhas; Tirolesa; Arvorismo, Falsa Baiana; Jogos de Guerras, Sobrevivência na Selva para Executivos, Mergulho Autônomo; Rafting Empresarial; Trekking, Jogos Empresariais, Dinâmicas Musicais; entre outros. Estimuladas a quebrar barreiras internas, lançam novas idéias, saem da rotina experimentam sensações e emoções, até então, nunca vivenciadas particularmente com as equipes de trabalho, são os pontos fortes dos programas.

O treinamento impulsiona as pessoas a exercitar sua capacidade individual, refletindo em melhorias contínuas no seu desempenho pessoal e profissional. Para os treinamentos de turmas abertas, uma semana após o Outdoor Training, é realizado uma reunião com o grupo para reflexão e avaliação do treinamento como um todo. Para os In Company, são customizados de acordo com as necessidades de cada empresa e posteriormente pode apresentar aos gestores, ferramentas de apoio e pontos a serem aprimorados no grupo, que poderão ter continuidade com o apoio do RH.

Liderança .Trabalho em Equipes . Motivação . Novos paradigmas. Autoconfiança . Superação de limites e desafios . Processos de mudança . Estratégias e Planejamento . Auto-estima Superação de desafios individuais, valorização da auto-estima; integração de equipes criando vínculos entre as pessoas; diagnóstico das forças e fraquezas individuais e da equipe; menos resistência às mudanças e culturas organizacionais e capacidade de inovação das pessoas, entre outras.

Ressalta a Consultora Empresarial Helena Ribeiro, “as competências chaves da metodologia vivencial, tem como conteúdos expositivos os temas de treinamentos convencionais, incluindo a aplicação da Análise Transacional como apoio para os programas gerenciais e relacionamento interpessoal e intrapessoal.

Afinal, estamos na era dos “autos”: Você está automotivado para esta era? Autodesenvolvimento, autoconhecimento, autogestão, auto-estima, autocontrole.
Veja o vídeo abaixo e deixe seu comentário

Cantoterapia em empresas

Objetivo

A Cantoterapia empresarial propõe novos comportamentos e conseqüentemente novos pensamentos e sentimentos acerca de determinada situação de conflito ou de stress vivida no ambiente de trabalho. O processo serve tanto ao auto-conhecimento como à superação de obstáculos físicos e emocionais, novas formas de se pensar a liderança e a integração da equipe.

Abordagem teórica: Terapia Cognitiva Comportamental, técnica de canto, respiração, relaxamento e repertório motivacional que pode sugerido pelo grupo ou pela cantoterapeuta.

Como é a atividade da Cantoterapia em grupo

O grupo vivenciará a experiência de ser um grande coral aliando a isso relaxamento, técnicas de respiração e vocalização.Tendo como objetivo: o rompimento de barreiras internas, a superação de paradigmas, a capacidade de adaptabilidade ao novo aliado  a uma atividade inusitada que é cantar .

Objetivo

Estimular a quebra de barreiras internas, lançar novas idéias, sair da rotina experimentando sensações e emoções até então nunca vivenciadas particularmente com as equipes de trabalho.
Superar os desafios individuais, valorizar a auto-estima; integrar as equipes, criando vínculos entre as pessoas; diagnosticar as forças e fraquezas individuais e da equipe; trabalhar as resistência às mudanças e culturas organizacionais e trabalhar a capacidade de inovação das pessoas.

Justificativa

Abaixo os padrões comportamentais previsíveis. A superação dos limites profissionais exige quebra de paradigmas, raça e adrenalina. Com esta filosofia, os novos treinamentos ao ar livre conquistam espaço no mercado que privilegia o Capital Humano como diferencial competitivo. Baseado neste tipo de treinamento, Susanne desenvolveu a Vivência Musical para Equipes de Trabalho.

Estes argumentos fundamentam a tendência dos treinamentos de Recursos Humanos (RH) cuja proposta é desafiar os homens e mulheres de negócios, colocando-os para enfrentar situações que exigem o rompimento de barreiras internas para vencer os obstáculos. O entrosamento das equipes é uma das conseqüências naturais deste tipo de treinamento.

A idéia da superação dos limites está sendo colocada à prova no ambiente profissional das grandes corporações. Este conceito de treinamento exige total desprendimento e espírito de aventura. Todo o trabalho tem embasamento nos valores empresariais como referenciais de análise,valorizando a quebra de barreiras internas e a capacidade de adaptabilidade . O inusitado também aparece como elemento chave no novo conceito de treinamento que as empresas mais modernas estão promovendo.

Quando uma empresa resolve investir em treinamentos vivenciais, a justificativa mais consistente é a idéia de propiciar algo que realmente sugestione e estimule a superação de limites e a integração das equipes.Todos esses desafios impostos se transformam em analogias ao cotidiano da empresa.

http://www.cantoterapiaecoaching.com.br/psicologa/cantoterapiaemempresas-clinicas.htm

domingo, 31 de julho de 2011

 
Condições para uma inovação de sucesso

Peter F. Drucker na sua obra The Essential Drucker, defende que existem pelo menos três condições que têm que ser cumpridas para que uma inovação tenha sucesso.

As três são óbvias, mas freqüentemente negligenciadas.

1. Inovação é trabalho.

Exige conhecimento. Muitas vezes exige um grande engenho. E há claramente inovadores de maior talento do que o resto de nós. Além disso, os inovadores raramente trabalham em mais do que uma área. Apesar de toda a sua enorme capacidade inovadora, Edison apenas trabalhava na área da eletricidade. Na inovação, assim como em qualquer outra iniciativa, há talento, há engenho e há predisposição. Mas, no final, a inovação transforma-se num trabalho difícil, centralizado e intencional que faz grandes exigências de diligência, persistência e de empenho. Se isto não existir, não haverá talento, engenho ou conhecimento que ajudem.

2. Para ter sucesso, os inovadores têm que se basear nos seus pontos fortes.

Os inovadores de sucesso analisam um conjunto vasto de oportunidades. Mas depois perguntam: “Qual destas oportunidades é adequada para mim, para esta empresa, utiliza aquilo em que nós (ou eu) somos competentes e mostramos ter capacidades em termos de desempenho?” Obviamente, quanto a isto, a inovação não é diferente de qualquer outra iniciativa. Mas pode ser mais importante na inovação basearmo-nos nos nossos pontes fortes devido aos riscos da inovação a ao aumento do conhecimento e da capacidade de desempenho que daí resulta.

E na inovação, como em qualquer outro empreendimento, também tem que haver uma adequação temperamental. As empresas não têm um bom desempenho numa coisa que não respeitam. Os inovadores, da mesma forma, têm que estar temperamentalmente em sintonia com a oportunidade inovadora. Tem de ser importante para eles e tem de fazer sentido.

De outra forma, não estarão disponíveis a investir trabalho persistente, árduo e frustrante que a inovação de sucesso exige sempre.

3. A inovação é um efeito da economia e da sociedade.

Uma mudança no comportamento dos clientes, dos professores, dos agricultores, dos cirurgiões, das pessoas em geral, normalmente está associado a uma mudança no processo, i.e., à forma como se trabalha e produz alguma coisa.

A inovação, por conseguinte, tem de estar sempre próxima do mercado, tem de se centrar no mercado, sem dúvida tem de ser impulsionada pelo mercado.

Ao nível da inovação do processo, exemplos de novos métodos de produção são a implementação de novo equipamento de automação numa linha de produção ou a implementação de um design assistido por computador para desenvolvimento de produtos. A introdução de mecanismos de monitorização GPS para serviços de transporte e a implementação de um novo sistema de reserva numa agência de viagens são também exemplo de inovação ao nível do processo.

Um exemplo de inovação organizacional na estruturação de atividades comerciais é a introdução, pela primeira vez, dos sistemas de produção build-to-order (integrando vendas e produção) ou a integração de engenharia e desenvolvimento com produção.

Por último, exemplos de inovações de marketing são a introdução, pela primeira vez, de um sistema de franchising ou venda direta ou a retalho e de licenciamento de produto Sistemas de dinamização, controle, validação e gestão da inovação Innovation Scoring

O Sistema de “Innovation Scoring” é um instrumento de auto-diagnóstico de capacidade e desempenho das organizações no domínio da inovação, cujos resultados deverão motivar a reflexão estratégica das organizações quanto aos seus processos de inovação, permitindo conhecer de forma mais aprofundada as diferentes dimensões que sustentam tais processos, identificar áreas de potencial melhoria e definir estratégias de competitividade baseadas no conhecimento e na inovação.

Sistema de Gestão das Atividades de Investigação, Desenvolvimento e Inovação (IDI)

A implementação de um Sistema de Gestão das Atividades de IDI torna mais eficiente e eficaz a estrutura organizativa, a planificação das atividades, a definição e atribuição de responsabilidades, a documentação, as práticas, os procedimentos e os processos necessários para o desenvolvimento, implementação, revisão e atualização da política de IDI das organizações.

Certificação dos Sistemas de Gestão das Atividades de IDI

A Certificação dos Sistemas de Gestão das Atividades de IDI consiste na verificação de que o Sistema de Gestão das Atividades de IDI implementado por uma determinada organização satisfaz os requisitos do quadro normativo entretanto criado em Portugal para a IDI: NP 4456:2007, NP 4457:2007, NP 4458:2007 e NP 4461:2007.

O Barômetro de IDI pretende ser uma plataforma de análise, medição, acompanhamento e caracterização da inovação desenvolvida em Portugal, tendo por base indicadores estatísticos e métricas de percepção baseadas em respostas a questionários. O Barômetro será, assim, um instrumento de vigilância das experiências nacionais de IDI, podendo ser utilizado como instrumento de estudo e de análises de benchmarking.