sábado, 9 de junho de 2018

Plano de ação estratégico: 5 dicas práticas para desenvolvê-lo


Muitos profissionais já ouviram falar sobre a importância de ter um plano de ação estratégico, especialmente se o intuito é alcançar metas e aproximar a organização dos objetivos traçados. Contudo, nem todos dominam o passo a passo para colocar essa ideia em prática.

Não por acaso, o desconhecimento dificulta a superação do terreno da teoria e a fixação de diretrizes eficientes. Afinal, o plano estratégico consiste justamente na definição de quais ações devem ser adotadas para desenvolver as estratégias empresariais e, consequentemente, alcançar metas, quando tais elementos estão associados.

Sendo assim, é recomendável que você busque o máximo de informação sobre o assunto e comece a pensar nos projetos a partir do ponto de vista dos comportamentos necessários para sua execução. Para tanto, leia as 5 ótimas dicas a seguir e encontre um modelo adequado às características da sua empresa e do setor em que ela está inserida!

1. Saiba em que situações aplicar o plano de ação estratégico
A primeira dica para um domínio mais adequado do plano de ação estratégico é saber quais são as situações em que ele é aplicável. Trata-se de entender quando essa ferramenta será o meio adequado e, portanto, produzirá um valor relevante para organização.

Nesse sentido, o cerne da questão é o momento de formulação ou atualização de estratégias organizacionais, sempre que pautadas por indicadores com metas associadas. Por exemplo, se a empresa deseja um crescimento de 10% (meta) em sua taxa de conversão (indicador), ela precisa criar condições favoráveis para aumentar a conversão de clientes potenciais em efetivos, como obter mais leads, melhorar o atendimento, treinar os colaboradores, etc.

Com efeito, será exigida a definição de quais são as ações necessárias para desenvolver cada uma das estratégicas, bem como da forma de execução mais eficiente. Essa tarefa é o âmbito de atuação do plano de ação estratégico, que, geralmente, é concretizado com o auxílio da análise 5w2h. Prossiga!

2. Utilize a análise 5w2h
A análise 5w2h é uma ferramenta de gestão com diferentes utilidades, consistindo em um conjunto de questionamentos estruturados que permitem a identificação e discussão de informações específicas sobre projetos, produtos e, é claro, planos de ação estratégica.

Essa sigla é derivada dos pronomes interrogativos da língua inglesa: what, why, where, who, when, how e how much. Em uma adaptação para o idioma nacional, permite a elaboração de 7 perguntas que devem orientar os gestores e suas equipes:

O que fazer?
Por que fazer?
Onde fazer?
Quem será responsável por fazer?
Quando fazer, ou seja, em que data de início e término?
Como fazer?
Quanto custa fazer?
A partir dessas questões, o líder terá melhores condições de focar nos aspectos essenciais do plano estratégico, da sua definição até a discussão sobre os recursos que devem ser alocados para execução das ações, como tempo, esforço, dinheiro, pessoal, equipamentos, etc.

3. Divida o plano de ação estratégico em etapas
Para fazer o plano de ação estratégico abandonar o campo da intenção e se tornar algo concreto, o ideal é dividir o planejamento de execução em etapas. Isso não só possibilita uma melhor compreensão do procedimento, como permite verificar em que pontos a equipe apresenta mais dificuldades. Confira as principais etapas:

Envolver pessoas e processos
O plano de ação estratégico permitirá que a estratégia penetre nas rotinas e nos processos organizacionais. Com efeito, a participação das pessoas envolvidas é de extrema relevância, até porque serão elas a executar o que for definido.

Por isso, a primeira etapa é elaborar uma relação dos profissionais e processos abrangidos pela formulação de estratégias, ponto em que se recomenda uma escolha ampla, incluindo todas as áreas e partes interessadas.

Destinar recursos
O segundo passo é garantir que os recursos necessários estejam à disposição dos responsáveis pelo plano estratégico. Aqui, as informações obtidas na análise 5w2h serão de grande relevância, especificamente no ponto que ficou estabelecido o quanto custa fazer (how much?).

Definir “padrinhos/tutores”
Entre os envolvidos, o ideal é escolher líderes que ajudarão o responsável pelo desdobramento do planejamento estratégico. Os “padrinhos/tutores” realizam o acompanhamento das ações, com o controle do status das atividades em conformidade com as informações obtidas pela análise 5w2h.

Avaliar o desempenho
O modelo proposto é dinâmico, ou seja, os responsáveis devem constantemente avaliar o desempenho estratégico e sua evolução, o que pode ser feito com o auxílio de indicadores vinculados às estratégias organizacionais.

Incorporar novos padrões
A partir do plano de ação estratégico, a empresa modifica o que esperar de cada colaborador, ou seja, os resultados produzidos se traduzem em novos padrões a serem incorporados na rotina organizacional.

4. Aplique diferentes ferramentas de gestão
Embora o 5w2h seja a principal ferramenta, outros recursos podem auxiliar os profissionais durante as etapas do plano de ação estratégico. Os principais exemplos são os seguintes:

Balanced Scorecard (BSC)
Permite a identificação da relação de causa e efeito entre os indicadores estratégicos, facilitando a análise do desempenho estratégico.

Design Thinking
Busca a solução de problemas de forma coletiva e colaborativa, em uma perspectiva de empatia máxima com suas partes interessadas, bem como promove a criatividade para a geração de soluções.

Design Sprint
Foca a validação da ideia com usuários e encurta o processo para 40 horas de trabalho.

Hoshin Kanri
Tem como base o monitoramento diário das atividades para verificar se a sua realização está em conformidade com as estratégias organizacionais, buscando o alinhamento sempre que estiverem fora de rumo.

Propósito Transformador Massivo (PTM)
Propõe a criação de significado para as partes interessadas, ou seja, busca a transferência de uma intenção ou visão da empresa em benefício do coletivo, de modo a fazer diferença para sociedade e suas instituições.

Reunião de Análise Crítica
Formaliza um momento em que a organização discute, avalia e busca o aprimoramento de um determinado setor, projeto, produto, serviço, processo, etc.

Scrum
Estabelece um conjunto de princípios e práticas simples, que ajuda as equipes a fornecerem produtos em ciclos curtos, permitindo feedback rápido, melhoria contínua e rápida adaptação à mudança.

5. Procure uma consultoria externa
O plano de ação estratégico é fundamental para que os planejamentos organizacionais não morram no papel, sendo certo que, quanto mais efetivo, maior será o impacto positivo nos resultados pretendidos pela empresa. Não à toa, o investimento em uma consultoria externa pode trazer bons frutos.

Ora, se você retomar os tópicos anteriores, notará que o conhecimento tem um impacto relevante no sucesso do planejamento de execução. Basta pensar que o domínio das ferramentas de gestão e da condução das etapas é determinante para transformar o modelo em realidade.

Então, o auxílio de profissionais com know-how, principalmente se for a primeira vez em que se busca essa adequação entre ações, metas e estratégias, será um diferencial para minimizar os erros e definir bons padrões de comportamento. Sem contar que, durante a consultoria, as equipes podem observar e aprender com o auxílio dos especialistas.

Por isso, sempre que possível, invista em conhecimento e experiência para melhorar o plano de ação estratégico da sua organização. Com o tempo, esses ativos intangíveis se traduzem em resultados concretos, como desempenho, lucratividade, redução de custos, etc.

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*Colaboração de Ivana Mara Rodrigues da Silva

Crônica de uma crise anunciada

Por Marcos Bardagi - Chief Operations Officer da FNQ


Podemos ficar discutindo as causas estruturais da crise de abastecimento que estamos enfrentando: nossa infraestrutura decrépita, sistema tributário caótico, dependência de uma única modalidade de transporte de cargas, capitalismo de compadrio e por ai ficamos até a bola rolar na Rússia. É saudável, pode ser até divertido, mas encontrar soluções para estes temas resolverão, ou atenuarão, as próximas crises, da década seguinte talvez, não esta. Será louvável buscarmos estas respostas estruturais, de fundo, mas o curto prazo neste caso é urgente, e demanda outro tipo de ação. Precisamos atacar rapidamente o que é situacional, do momento
Esta crise não é um terremoto, um tsunami ou um outro fenômeno natural, quase que imprevisível e que, quando surge, em pouco tempo emerge em toda a sua brutalidade. Este é o tipo de crise que é construída aos poucos, em que os sinais de alerta são visíveis com antecedência, em que há tempo de preparo, em que há tempo suficiente para que se organize algum tipo de reação. Basta que se tenha em funcionamento um dos fundamentos da boa Gestão: Governança. Tenho dito que a melhor definição de Governança é que ela deve ser vista como anteparo de crises. Uma boa Governança é aquela que tem um bom sistema de monitoramento de variáveis críticas (níveis de estoque, por exemplo) em constante observação e dispara ações mitigatórias sempre que necessário. Não vimos nada disso em funcionamento. Por que não?
Isto é o que me intriga e decepciona.
Negligenciamos uma lógica superior,  cada vez mais evidente à medida em que avançamos para o aumento da complexidade de nossos sistemas, do nosso tecido social: É preciso trabalhar e organizar macroestruturas coordenadas que façam o combate a situações que perpassam diversas áreas de responsabilidade e feudos organizacionais de forma centralizada. A informação tem de fluir rapidamente, sem gargalhos e deve ser precisa, não ambígua. Exemplo: Temos bloqueio de estradas federais ? Muito bem. Quem faz o que? Policia rodoviária federal, ministério dos transportes, concessionárias de rodovias, órgãos reguladores, ...quem coordena, onde está o plano de ação conjunto? As responsabilidade estão definidas? Com qual velocidade conseguimos desencadear ações e obter respostas neste processo? Parece-me que nada disso está pensado, menos ainda estruturado.
Enquanto um lado se organiza via aplicativos e explora benefícios de uma tecnologia cada vez mais ubíqua, o outro se perde em pautas atravancadoras de decisões, rituais de reuniões e interesses pessoais de quem quer estar em um lugar por razões particulares, mas deveria estar em outro em nome do bem comum.
Assim ficaremos parados por muito tempo na escuridão, sem luz no fim do túnel.
Gestão, mais gestão!  

sábado, 12 de maio de 2018

quinta-feira, 3 de maio de 2018


Seria este conceito japonês o segredo para uma vida longa e feliz?


“Qual é o sentido da vida?”
Uma pergunta difícil de responder, né?
Vamos para uma pergunta mais fácil…
Qual é o sentido da sua vida?
Ok, talvez não seja tão fácil assim… Mas o conceito japonês de ikigai pode nos dar uma série de dicas para encontrar o sentido de viver.
ikigai 1

O que podemos aprender com uma das populações mais velhas do mundo?

O Japão tem uma das populações mais velhas do mundo. Por quê?
Investigando a cultura e os costumes do povo japonês, é possível encontrar ideias fantásticas como o ikigai — que está ganhando popularidade neste lado do planeta.
Embora não tenha uma tradução direta para português ou inglês, ikigai é uma combinação das palavras japonesas “ikiru”, que significa “viver”, e “kai”, que significa “a realização do que se espera”.
ikigai

Mas não para por aí…

Ikigai também tem laços históricos: “gai” origina da palavra “kai”, que significa “concha”. Algo que foi considerado muito valioso no período Heian (794 – 1185), de acordo com o professor Akihiro Hasegawa.
Com isso o conceito também agrega o senso de “valorizar a vida”.
Para encontrar este propósito, especialistas recomendam começar com quatro perguntas:
  1. O que você ama?
  2. No que você é bom?
  3. O que o mundo precisa de você?
  4. Pelo que você pode ser pago?

Vá com calma.

Encontrar as respostas e balancear as quatro áreas podem lhe colocar no início do caminho para o ikigai — mas não assuma que é um processo rápido.
ikigai 2

Gordon Matthews, professor de antropologia da Universidade Chinesa de Hong Kong, diz que o ikigai provavelmente leva a uma vida melhor “porque você terá algo pelo que viver”.
Porém, ele alerta para não enxergar ikigai como um estilo de vida:
“Ikigai não é algo grandioso ou extraordinário. É um fato.
ikigai 3
Okinawa, uma remota ilha no sudoeste do Japão, tem uma população incomum de centenários e frequentemente serve como centro de estudo sobre ikigai.
Segundo Dan Buettner, especialista em regiões de pessoas centenárias, o conceito de ikigai está enraizado na vida dos habitantes dessas regiões onde as pessoas vivem por mais tempo que a média.
Combinado com uma dieta específica e o suporte de uma rede de amigos, ou “moai”, ikigai ajuda pessoas viverem mais em Okinawa porque lhes dá propósito.
Buettner ainda acrescenta os exemplos de um mestre de karatê, um pescador e uma tataravó — todos com mais de 100 anos de idade.

Saber o seu ikigai não é o suficiente…

ikigai 4
Todas as pessoas que vivem uma vida longa e feliz não apenas conhecem seu ikigai como o coloca em prática. Isso é o mais importante: colocar em prática.
Pesquisadores enfatizam que o seu ikigai pode mudar com o tempo.
Para aqueles que tem o trabalho como razão de viver, isso é um alívio, pois a aposentadoria pode trazer um novo ikigai. :)
Fonte: weforum.org.

Gostou de conhecer sobre ikigai?

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Seja proativo.. Não espere para agir....



Prezado Presidente, 
Cc: Gerentes Gerais e Secretários Executivos

Buscando adequação aos novos tempos e adaptado-se ao novo modelo baseado nos Desafios, estamos remodelando o processo de Reconhecimento aos Comitês Setoriais e Regionais do PGQP.
Teremos 3 modalidades:

1)      Comitê Destaque 2017, reconhecidos na Cerimônia PQRS 2018: Serão reconhecidos 5 Comitês Regionais ou Setoriais, com melhor desempenho, baseado na pontuação obtida na avaliação;
Em caso de empate, a banca avaliadora levará em consideração a consistência das evidências, sendo soberana e irrecorrível na sua decisão.
Gama

2)      Comitê Destaque Inovador 2018: Serão reconhecidos 5 Comitês (Setoriais ou Regionais), através de apresentação em vídeo, de uma prática inovadora na gestão do Comitê;
Critérios

Em caso de empate, a banca avaliadora levará em consideração a originalidade da prática apresentada, sendo soberana e irrecorrível na sua decisão.

3)      Comitê Campeão da Comunicação: Serão reconhecidos 5 Comitês Regionais, que se destacarem na divulgação do Congresso e PQRS 2018 (permanece inalterado);

O prazo para envio do vídeo e do questionário (itens 1 e 2) é 18 de junho de 2018. O prazo para o ítem 3 será divulgado, oportunamente.

Essas informações também estão disponíveis na plataforma on-line, desenvolvida para Comitês.

Quaisquer dúvidas, estaremos à disposição.

Abraços,




MELHORES EM GESTÃO - PGQP 2018

O processo de avaliação das candidatas contará com três grupos de voluntários: Avaliadores, Orientadores e Banca Deliberativa. 

Orientadores – voluntários especialistas certificados pela FNQ e que atuaram no Melhores em Gestão.  Eles irão orientar Avaliadores Líderes na análise da candidata e no Plano de Visita. Com o retorno dos relatórios dos avaliadores, após a visita, o orientador fará uma análise técnica e irá preparar uma recomendação à Banca Deliberativa, com os principais eixos potencializadores e fragilizadores da candidata. Para finalizar, irão analisar e aprovar o DMG elaborado pelo Líder.

Avaliadores Líderes – voluntários experientes, capacitados e habilitados, que contarão com o apoio do Orientador. Com base no Plano de Visita recebido do Orientador, irão preparar a visita, conduzir a mesma e fazer os devidos apontamentos de pontos fortes e oportunidades de melhorias que serão encaminhados aos Orientadores. Ao final do processo, elaborar o DMG com as observações do Orientador e suas próprias considerações.

Avaliadores – voluntários capacitados e habilitados que, juntamente com o Avaliador Líder, apoia a preparação do plano de visita, participa presencialmente da mesma e auxilia na elaboração do relatório pós visita.

Banca Deliberativa – voluntários experientes, capacitados e habilitados, representantes de grupos de organização, que não estejam participando do ciclo. Este grupo será coordenado por um voluntário técnico designado pela SE-PGQP. Esta Banca irá analisar as considerações dos Orientadores e tomará a decisão sobre o reconhecimento das candidatas.

Em relação as etapas do processo, abaixo as informações:

ANÁLISE PRÉVIA  
Os Avaliadores e Orientadores têm acesso à todas as informações preenchidas/enviadas pela Candidata. Com posse das informações, analisam as informações, verificam possíveis inconsistências, realizam uma análise prévia e planejam a visita. O Orientador passa para a equipe um Plano de Visita, que será detalhado pela equipe.

VISITA ÀS INSTALAÇÕES
Toda a comunicação entre candidata e equipe deverá ser feita por meio do Avaliador Líder. Para a realização da visita, será encaminhada uma agenda prévia para a Candidata.

A Candidata deverá validar ou sugerir alterações em relação à agenda proposta, as quais deverão ser enviadas para o Avaliador Líder, por e-mail. Inicia-se, então, o planejamento da visita, no qual o Líder e o representante da Candidata definem, em conjunto, as providências relacionadas à logística. Tendo conhecimento de seus nomes e da origem, a Candidata pode solicitar a substituição de algum dos avaliadores, desde que existam justificativas plausíveis e aceitas pelo PGQP. Todas as despesas decorrentes da etapa de visita às instalações são por conta da Candidata. 

PÓS VISITA  
Finalizada a visita, os avaliadores preparam o relatório pós-visita e enviam ao Orientador. Este irá analisar, tirar dúvidas, solicitar ajustes a equipe e irá preparar um parecer técnico que será subsídio para decisão da Banca Deliberativa. Adicionalmente, a equipe irá elaborar o Diagnóstico de Maturidade da Gestão – DMG.

DECISÃO E FORMA DE RECONHECIMENTO
A decisão sobre possíveis reconhecidas, além do parecer técnico dos Orientadores, envolve uma apreciação sobre a reputação das candidatas, a fim de assegurar que a integridade do reconhecimento seja preservada. As verificações para tal podem incluir o Ministério da Fazenda, Secretaria da Receita Federal, Ministério da Justiça e Órgãos do Poder Judiciário na jurisdição da Candidata (inclusive atendimento aos regulamentos referentes à proteção ambiental, saúde ocupacional e segurança pública), Polícia Federal, Ministério do Trabalho e suas Delegacias Regionais e Órgãos de Defesa do Consumidor. O Ministério Público Federal e o Tribunal de Contas da União também poderão ser consultados quanto aos questionamentos em relação a órgãos da administração pública. Caso seja necessário, a coordenação do PQRS poderá solicitar a atualização dos documentos listados no tópico INSCRIÇÃO, para ratificar a regularidade da organização perante os órgãos fiscalizadores.

A Banca Deliberativa define o reconhecimento com uma visão sistêmica, considerando o perfil, o segmento e parecer técnico do Orientador.

Após a decisão da Banca Deliberativa, os nomes das organizações reconhecidas são comunicados aos seus gestores.

DIVULGAÇÃO DO RECONHECIMENTO
As organizações participantes receberão o resultado pelos e-mails do contato da qualidade e dirigente informados no cadastro. A lista das reconhecidas no PQRS será divulgada em mídias sociais, além de receberem a Medalha ou Troféu na Cerimônia do PQRS em agosto.

ENTREGA DO DIAGNÓSTICO DA MATURIDADE DA GESTÃO (DMG) 
Todas as candidatas inscritas receberão seu Diagnóstico de Maturidade da Gestão – DMG até o dia 31/08/2018, com comentários por Tema, incluindo Eixos Potencializadores, Fragilizadores e grau de maturidade.

Há outras opções de Devolutiva que a candidata pode optar no momento da inscrição:

- DMG + Reunião Virtual de 2 horas com Orientador ou Avaliador Líder, para explicar e tirar dúvidas.

- DMG + Reunião Presencial (1 turno) com Orientador ou Avaliador líder, para explicar, tirar dúvidas e orientar.

Cronograma:

Designação da Banca Avaliadora
 07/mai

Avaliação Pré-visita (individual e consenso)
 07/05 a 18/05

Definição de agenda da visita
 até 22/05/2018

Visitas dos Avaliadores às instalações das candidatas
 23/05 a 26/06

Avaliação Pós-visita (consenso)
 até 03/07/2018

Preparação parecer técnico (Orientadores)
 até 15/07/2019

Banca Deliberativa
 18/jul

Divulgação
 19/jul

Orientadores pedem ajustes a equipe
 até 27/07/2018

Cerimonia
 13/ago

SE Libera DMG para candidatas
 até 30/08/2018