segunda-feira, 30 de julho de 2018


30 DE JULHO DE 2018
INDICADORES

CONHECIMENTO PARA TRANSFORMAR

A dificuldade em absorver as mudanças está no fato de que, embora a tecnologia evolua de forma exponencial, nosso pensamento intuitivo ainda é linear. Olhamos para o passado e projetamos o futuro baseados na linearidade do nosso modelo mental. Mesmo o famoso jargão "pensar fora da caixa" nos mantém presos, pois usa como referência a própria caixa.

Bastaria nos livrarmos do pensamento objetivo em linha reta e passarmos a pensar exponencialmente para perceber que os próximos dez anos não terão as características e a evolução de simples dez anos atuais de progresso porque serão potencializados.

O que explica esta surpreendente mudança notadamente do último século? É a velocidade da informação e do conhecimento pela facilidade da comunicação e da força e da abrangência da conectividade que alcança a todos indistintamente sem fronteiras.

Com isso, foram eliminados nichos e caixas- pretas do conhecimento nas empresas, que passaram a ter ampliado o espaço de desenvolvimento de produtos e serviços. Abriu-se um admirável mundo novo da cooperação a todos que quiserem participar do processo de criação e de inovação. E as empresas que não abrirem as portas para isto estarão desperdiçando uma enorme oportunidade de garantirem sua sobrevivência no mundo digital. Novas tecnologias acabam tornando as inovações escalonáveis e com massificação. Segundo David Rogers, a transformação digital não tem a ver somente com tecnologia, mas com estratégias e novas maneiras de pensar.

É nesta busca constante de transformar as pessoas melhorando a competitividade das Organizações gaúchas e, por consequência, do Estado, que lideranças, especialistas e universidades estarão discutindo o tema conhecimentoparatransformar.com no 19º Congresso Internacional da Gestão, promovido pelo PGQP, no dia 13 de agosto.

Devemos mobilizar a sociedade neste tema, já que o Estado não tem conseguido investir o suficiente para o aumento da competitividade, mesmo em questões básicas de infraestrutura. Os impostos pesam cada vez mais no bolso dos cidadãos e empreendedores, na contramão do ambiente adequado para o avanço da livre iniciativa. Existe chamado maior do que este para a necessidade do conhecimento, da inovação e da transformação?

Daniel R. Randon escreve às segundas-feiras, mensalmente.

DANIEL R. RANDON VICE-PRESIDENTE DE ADMINISTRAÇÃO E FINANÇAS DA RANDON S.A. IMPLEMENTOS E PARTICIPAÇÕES E PRESIDENTE DO CONSELHO DIRETOR DO PGQP

terça-feira, 24 de julho de 2018



  PRÊMIO QUALIDADE RS 2018
32 vencedoras


Troféu Diamante

SENAC ADM. REG. DO RIO GRANDE DO SUL/PORTO ALEGRE


Troféu Ouro

ESCRITÓRIO BENINCÁ S/S LTDA/Erechim

Fecomércio-RS/Porto Alegre

SENAC 24 HORAS/Porto Alegre

SENAC INFORMATICA PORTO ALEGRE/Porto Alegre

SENAC Passo Fundo/Passo Fundo

SENAC Santa Rosa/Santa Rosa

SESC CARAZINHO/Carazinho


Troféu Prata

CEITEC S.A./Porto Alegre

CENTRO DE INTENDÊNCIA DA MARINHA EM RIO GRANDE/Rio Grande

IRANI/Porto Alegre

PHARMACONTROL LABORATÓRIO DE CONTROLE DE QUALIDADE/Porto Alegre

SENAC Farroupilha/Farroupilha

SESC BAGÉ/Bagé

SESC FREDERICO WESTPHALEN/Frederico Westphalen

SESC NOVO HAMBURGO/Novo Hamburgo

SESC SANTA CRUZ DO SUL/Santa Cruz do Sul

SESC Venâncio Aires/Venâncio Aires


Troféu Bronze

Atrhol/Horizontina

IMS POWER QUALITY/Porto Alegre

INDÚSTRIA DE MÓVEIS FINGER LTDA./Sarandi

INNOVARE CONSULTORIA/Cachoeirinha

SAFT EMBALAGENS/Parobé

Senac Centro Histórico/Porto Alegre

SENAC Santa Maria/Santa Maria

SESC ALEGRETE/Alegrete

SESC São Borja/São Borja

SESC SÃO LUIZ GONZAGA/São Luiz Gonzaga

SOPRANO ELETROMET. E HIDRÁUL. LTDA./Farroupilha


Medalha Bronze

CDL - Novo Hamburgo/Novo Hamburgo

CONEXO ASSESSORIA EM COMÉRCIO EXTERIOR LTDA/Novo Hamburgo

HOTEL CURI/Pelotas

segunda-feira, 9 de julho de 2018

FNQ e ABQ lançam carta aberta aos empresários
27/06/2018

A apatia empresarial diante de um Brasil sem gestão é o foco do documento

A FNQ e a Academia Brasileira da Qualidade (ABQ), em uma ação conjunta, lançam uma CARTA ABERTA AOS EMPRESÁRIOS ressaltando a importância e a necessidade de um protagonismo da iniciativa privada no sentido de resgatar a confiança em um País desgastado e desacreditado como o Brasil tem sido visto.

"Estamos engajados no sentido de unir forças na busca de um Brasil mais digno em prol das organizações nacionais e dos cidadãos brasileiros. Vamos assumir este papel!", destaca o presidente executivo da FNQ, Jairo Martins.

CARTA ABERTA AOS EMPRESÁRIOS

São Paulo, 26 de junho de 2018.

A apatia empresarial diante de um Brasil sem gestão

Em resposta à abertura comercial do Brasil, ocorrida no início da década de 90, o governo brasileiro, juntamente com dirigentes de empresas privadas, acompanhando uma tendência mundial, criou o PBQP - Programa Brasileiro de Qualidade e Produtividade. O fator motivador que desencadeou o programa, e que feriu o brio dos brasileiros, foi quando os carros aqui produzidos foram comparados a carroças: “Como vamos competir no mercado internacional com estas carroças que produzimos aqui?” Não há como negar que a reação de mobilizar o País, para a busca da qualidade dos nossos produtos, foi uma atitude sensata, de comprometimento e compromisso com o futuro do Brasil.

Em alinhamento com o PBQP, em 1991, 39 presidentes de empresas aqui estabelecidas idealizaram e instituíram a Fundação para o Prêmio Nacional da Qualidade (FPNQ), uma entidade sem fins lucrativos, que tinha a missão de administrar o Prêmio Nacional da Qualidade® (PNQ), estimulando as organizações a colocarem a qualidade em primeiro lugar. Era a qualidade encarada como “Programa de Estado”, tendo a competitividade do Brasil em primeiro plano.

Logo, para dar uma maior abrangência ao tema, já que o mundo se movia em direção à Qualidade Total, a FPNQ evoluiu para a FNQ - Fundação Nacional da Qualidade. A partir daí, o tema ganhou escala, tomando corpo e forma próprios, quando foi criado o Modelo de Excelência da Gestão® (MEG). Assim, de forma estruturada e consistente, a disseminação das boas práticas de qualidade e gestão, por todo o território nacional, transformou-se em uma verdadeira bandeira. Era a qualidade dos nossos produtos e serviços encarada de maneira sistêmica, por uma liderança atuante e comprometida com os destinos do Brasil e com o futuro do seu povo.

Para melhor cumprir o seu propósito, o MEG, como plataforma brasileira de gestão, evolui continuamente com o objetivo de ajudar as organizações, públicas e privadas, a enfrentar as mutações de cenários: Gestão da Qualidade, Qualidade da Gestão, Excelência em Gestão, Gestão para a Excelência e, atualmente, Gestão para Transformação. Com as mudanças ocorrendo de forma acelerada, quase exponencial, a busca da excelência requer contínuas transformações - esse é o papel da boa gestão, por meio de líderes transformadores, bem-intencionados e comprometidos. E esse é o propósito da FNQ - Transformar pela Gestão. 

Também com esse propósito está a Academia Brasileira da Qualidade - ABQ, constituída de dezenas de profissionais das ciências da qualidade, oriundos dos meios empresarial, universitário, científico-tecnológico e da administração pública, que comunga com os mesmos ideais da FNQ, de promover o desenvolvimento nacional, contribuindo para que a letargia e a acomodação que se apossou do País em anos recentes tenha um fim o mais brevemente possível. 

Apesar de ter organizações como a FNQ que, por mais de 26 anos, tem cumprido o seu papel, voltado para o aumento da qualidade e da produtividade das organizações, contribuindo dessa forma para tornar o País mais competitivo, e a ABQ, o Brasil, sem um motivo plausível, deixou-se enveredar por caminhos tortuosos e entrou em uma das maiores crises de ética da história, que redundou em uma crise socioeconômica sem precedentes. Não há dúvidas de que a mediocridade política aliada à conivência e à conveniência de empresários foram os grandes responsáveis por esse estado de coisas.

Hoje, ao invés de “produtores de carroças”, somos taxados mundialmente de “corruptos”. Pelo visto, isso pouco incomoda, pois não se percebe uma mobilização coletiva do empresariado, nos moldes dos anos 90, o qual aceita, passivamente, a indigência ética em que nos encontramos. Provas e mais provas são apresentadas diariamente, malas e malas de dinheiro são movimentadas sem uma explicação convincente. As cínicas respostas em negação aos questionamentos são quase que automáticas, mesmo diante de provas evidentes. Há a sensação de estarmos cercados de “ouvidos moucos, olhos cegos e bocas mudas”.

Quando vamos resgatar o senso de responsabilidade que nos marcou no início dos anos 90? Já não passou da hora?
Não há dúvidas de que o protagonismo dessa transformação da qual precisamos operar no Brasil deve ser assumido pela iniciativa privada, que deve gerar empregos, pagar impostos, entregar valor e cumprir o seu papel socioeconômico, com ética e responsabilidade.

A FNQ e a ABQ, por meio de um acordo de cooperação, estão engajadas no sentido de unir forças na busca de um Brasil mais digno em prol das organizações nacionais e dos cidadãos brasileiros. Este é o primeiro passo para resgatar a confiança em um País desgastado e desacreditado. Vamos assumir este papel!

Sem atitudes corajosas, nada acontecerá!

Atenciosamente,

terça-feira, 3 de julho de 2018

FNQ prorroga prazo para inscrição ao Melhores em Gestão®

29/06/2018

Data-limite passa a ser 15 de julho. Participe!

A FNQ prorrogou o prazo de inscrição para o ciclo 2018 do processo de reconhecimento do Melhores em Gestão®. A data-limite, agora, é 15 de julho de 2018.
Clique aqui para fazer o download gratuito da publicação digital Instruções para Candidatura 2018. Importante: houve uma pequena alteração no cronograma em relação ao apresentado na publicação por conta da prorrogação, conforme abaixo:
O primeiro ciclo foi finalizado em março deste ano, com a realização do evento de anúncio e reconhecimento de onze organizações, na capital paulista. Sucesso de crítica e de público (leia mais aqui).
O reconhecimento - realizado anualmente, o processo de avaliação reconhece empresas nível classe mundial e ocupa uma posição central na missão da FNQ, de estimular e apoiar as organizações para o desenvolvimento e a evolução de sua gestão, por meio da disseminação dos Fundamentos da Gestão para Excelência, para que se tornem sustentáveis, cooperativas e gerem valor para a sociedade.

As empresas que se candidatam ao reconhecimento passam por uma análise profunda da sua gestão, efetuada por avaliadores independentes capacitados pela FNQ, guiados por um rigoroso código de ética.

No fim do processo de avaliação, as organizações recebem um Diagnóstico de Maturidade da Gestão (DMG), contendo a pontuação global e detalhada, com comentários que expressam os pontos fortes e as oportunidades de melhoria em relação ao Modelo de Excelência da Gestão® (MEG), reconhecido internacionalmente.

O processo todo o processo é feito de forma digital, direto no portal da FNQ: desde o preenchimento da autoavaliação da gestão até o envio de documentação, tudo com base na 21ª edição do MEG.
Venha fazer parte da lista do Melhores em Gestão®. Participe deste movimento transformacional, engaje-se nesta causa.
Para esclarecer dúvidas, entre em contato pelo e-mail reconhecimento@fnq.org.br.

quarta-feira, 27 de junho de 2018

Seminário de boas práticas de gestão reúne 55 participantes em Maringá

25/06/2018

FNQ levou palestra sobre processos ao evento

Cinquenta e cinco profissionais de cooperativas do Paraná estiveram reunidos em Maringá, na região noroeste do Estado, no dia 12 de junho, no Seminário de Boas Práticas de Gestão, uma iniciativa do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop/PR), realizada com apoio do Sistema Ocepar. A programação contemplou a apresentação de palestras, com o diretor de Operações da Fundação Nacional de Qualidade (FNQ), Marcos Bardagi, com o tema “Processos como fundamento da gestão e diferencial competitivo”, e com o gerente assistente da Copel Distribuição, Marcos Henrique Marçal Camilo, que discorreu sobre o Programa + Clique Rural.
Cases - o evento contou com a apresentação de cases, com representantes da Agrária, Cocamar, Unimed Curitiba e Sicredi União, que compartilharam com os demais participantes as experiências bem-sucedidas ocorridas nas cooperativas, voltadas ao tema “Processos”. Os analistas do Sescoop/PR Carlos Eduardo Nunes e Camila Hamasaki acompanharam as atividades. O seminário integrou uma das ações do Programa de Excelência de Gestão (Pegcoop).
Fonte e crédito da foto: Informe Paraná Competitivo
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sexta-feira, 15 de junho de 2018

FNQ lança publicação inédita sobre compliance e sistemas de integridade

14/06/2018

Novo livro é fruto de trabalho conjunto, que reuniu oito empresas em torno do conceito de gestão transparente


A FNQ lançou, em evento realizado na noite de 13 de junho, na capital paulista, a sua mais nova publicação - Gestão Transparente e Sistemas de Integridade – compliance, fruto do trabalho do Núcleo de Estudos de Governança e Ética Empresarial, composto pelas empresas Kantar Ibope Media, Sabesp, BNDES, Elektro Redes, Siemens, EDP Brasil, Embraer e Senac- RS, que tem como objetivo contribuir com o debate sobre os sistemas de integridade no País.
Como diferencial, a equipe, em seu trabalho, que teve início no fim de 2016, analisou os temas de compliance adotando como referência a visão sistêmica da gestão, conforme preconizado no Modelo de Excelência da Gestão® (MEG), da FNQ, e com base nos Fundamentos da Gestão para Excelência - 21ª edição.
“Diante de tal conjuntura, impulsionada por evidente crise de gestão e mau uso de recursos públicos, a FNQ decidiu reforçar a abordagem de temas que, historicamente, são alvo de sua atenção. Entre eles, desenvolvimento sustentável, governança, ética nos negócios e sistemas de compliance - todos estratégicos para o aumento da competitividade e a própria sobrevivência das organizações”, comenta Jairo Martins, presidente executivo da Fundação.
Para Marcos Bardagi, Chief Operations Officer da FNQ e coordenador dos trabalhos da equipe, certamente, existem diferentes maneiras de implantar um sistema de integridade. Contudo, o Núcleo de Estudos procurou demonstrar que a sua eficácia está relacionada à ampla disseminação de políticas, normas e procedimentos a todas as partes interessadas da organização - da alta liderança a acionistas, colaboradores, fornecedores e parceiros, até as comunidades de relacionamento e toda a sociedade. “Em outras palavras, só se garante integridade, de fato, quando o sistema avança das fronteiras de áreas ou departamentos e passa a criar uma cultura da ética na organização por meio da gestão”, afirma Bardagi.
Compliance e MEG - de acordo com o MEG, uma empresa em busca da excelência passa por etapas e diferentes níveis de maturidade em suas práticas. O que transparece, no entanto, é que o uso de bons exemplos funciona como um acelerador natural dessa progressão, permitindo que as organizações realizem seus propósitos de maneira fluida, ao mesmo tempo em que observam princípios essenciais da vida social moderna.
Por isso, ao analisar os chamados “pilares” de alguns sistemas de integridade alinhados aos Fundamentos da Gestão para Excelência, salta aos olhos a incrível facilidade com que um diálogo é estabelecido entre ambos. Não surpreende, portanto, a identificação de valores semelhantes na base dos dois conceitos. Dessa forma, pode-se afirmar que organizações que se inspiram e/ou adotam o MEG da FNQ estão mais preparadas para responder aos tempos de tolerância zero com a falta de ética nos negócios.
“Incorporar as questões da integridade na gestão torna-se, assim, critério indispensável, pois somente com essa precaução é possível assegurar que a reputação organizacional, essencial para a perenidade, estará preservada. A FNQ espera, por meio desta publicação, contribuir ainda mais com a elevação e o aprimoramento dos sistemas de integridade no Brasil”, finaliza Bardagi.
O livro – a publicação Gestão Transparente e Sistemas de Integridade - compliance traz um conteúdo inédito de boas práticas corporativas voltadas para uma governança eficaz, com cases de sucesso de diversas empresas. Aborda, ainda, uma pesquisa inédita do Senac/RS sobre integridade nas MPE no Brasil.
Com a regulamentação da Lei Anticorrupção nº 12.846/2013 em março de 2015 e com a recente publicação da Lei das Estatais nº 13.303 de 30 de julho de 2016, o reconhecimento e a avaliação de programas de integridade têm ganhado cada vez mais importância no cenário nacional. Como consequência, as organizações passaram a implementar ações efetivas para a construção de uma reputação idônea.
A publicação da FNQ traz um olhar diferenciado, abordando os sistemas de integridade e o compliance à luz do MEG.
A nossa publicação estará disponível na loja virtual da FNQ em breve. Fique atento.

terça-feira, 12 de junho de 2018

FNQ realiza Assembleia Geral de Membros na capital paulista

11/06/2018

Filiados prestigiaram evento e aprovaram demonstrativos de 2017

A Fundação Nacional da Qualidade (FNQ) realizou, na manhã do último dia 8, na capital paulista, a Assembleia Geral de Membros, em conjunto com a reunião do Conselho Curador.
O evento contou com a presença de 28 filiados, além de 64 representações por procurações - contemplando o quórum mínimo de um terço dos filiados previsto no Estatuto. O presidente executivo da FNQ, Jairo Martins abriu a sessão e, na sequência, cedeu a palavra ao presidente do Conselho Curador da FNQ, Osório Adriano Neto, que ressaltou a importância do engajamento de todos em prol da causa da excelência da gestão.
Na sequência, houve a aprovação da ata da reunião do Conselho Curador de 14 de março deste ano e, também, o anúncio dos nomes da nova diretoria voluntária para o mandato 2018-2021, que deu posse à diretora financeira Ana Maria Vasconcelos (Mackenzie), ao diretor administrativo Eric Fassheber Novais (Brasal) e ao diretor institucional Reynaldo Goto (Siemens).
Na ocasião, também foram apresentadas e aprovadas, pelos filiados, alterações no Estatuto e no Regimento Interno da FNQ no que tange à parte administrativa e, ainda, os demonstrativos financeiros de 2017.
O gerente de operações da FNQ, Marcos Bardagi, em sua participação, falou da mudança de perfil das receitas da Fundação nos últimos anos, que passou a ter como principal fonte o seu portfólio de produtos e serviços, sendo hoje responsável por 86% dos recebimentos.
Destacou, ainda, o projeto do novo portal da FNQ, que deve ser finalizado no segundo semestre deste ano e que será um dos impulsionadores do novo momento e posicionamento da FNQ - a gestão para transformação.
O presidente executivo da Fundação, Jairo Martins, falou, em sua participação, da adoção pela FNQ dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), que fazem parte da Agenda 2030 da ONU, destacando a importância de termos compromisso com o mundo diante de seus principais dilemas, como saúde, saneamento, meio ambiente, entre outros.
Lançamento do novo livro - Jairo Martins apresentou, ainda, aos filiados, a nova publicação da FNQ - Gestão transparente e sistemas de integridade - compliance, um guia exclusivo, que traz boas práticas de governança e compliance, alinhadas ao Modelo de Excelência da Gestão® (MEG), com caso de relevantes organizações brasileiras. O livro traz o que melhor vem sendo realizado dentro do esforço de elevar os padrões éticos do ambiente de negócios nacional. O lançamento oficial será no dia 13 de junho, na capital paulista, e os filiados presentes tiveram a oportunidade de adquiri-lo antecipadamente.
Em seguida, foram feitas as homenagens às organizações filiadas por tempo de contribuição, que receberam certificados por apoiarem a causa da gestão para excelência, protocolo tradicional nas Assembleias anuais.
Ao final do evento, os presentes prestigiaram a palestra “Desmistificando a Transformação Digital”, com o fundador da Aceleradora, Yuri Gitahy, que destacou, entre outros pontos, a nova ordem digital - é preciso amadurecer as organizações para uma nova realidade, onde a liderança é a grande responsável pela disseminação da cultura da transformação nas empresas. “A transformação digital é a reengenharia da sua empresa e da cultura corporativa do mundo de hoje”, ressaltou.
Em sua palestra, Yuri disse ainda que as empresas precisam ter em mente quatro pontos: pensar grande, começar pequeno, falhar barato e escalar rápido. “Não existe transformação sem risco. Por isso, o grande papel da alta gestão é evangelizar e liderar suas equipes para que as mudanças aconteçam”, completou.
CLIQUE AQUI e leia o Relatório Anual 2017 completo da FNQ, que traz, além dos demonstrativos financeiros, uma coletânea de todas as atividades realizadas no ano passado.