terça-feira, 15 de outubro de 2019


Parabéns a todos os professores pelo Dia do Professor.

Comitê Gestor Gespública RS

segunda-feira, 14 de outubro de 2019

PNQS 2019: confira as reconhecidas AMEGSA e Selo da Qualidade (SQFSA)

Para assistir ao vídeo do anúncio, acesse aqui
Confira as reconhecidas. Parabéns a todos e até Salvador/BA dias 27, 28 e 29 de novembro!
Mais informações no site do PNQS 
Na categoria AMEGSA Nível B: 
SANEAGO – Distrito GoiásTroféu Quíron “Cobre”
Águas do Brasil – Águas de AraçoiabaTroféu Quíron “Cobre”
SANEAGO – Distrito de ItaberaíFinalista do nível B – “Primeiros Passos para a Excelência”
 Na categoria AMEGSA Nível I: 
EMBASA – Unidade do CabulaTroféu Quíron “Bronze”
SABESP – URG Extremo NorteTroféu Quíron “Bronze”
EMBASA – Unidade Regional de ItabunaTroféu Quíron “Bronze”
EMBASA – Unidade Regional de Feira de SantanaTroféu Quíron “Bronze”
Iguá MT Participações LTDA – Iguá Mato GrossoTroféu Quíron “Bronze”
EMBASA – Unidade Regional de IrecêTroféu Quíron “Bronze”
EMBASA – Unidade Regional de Santo Antonio de JesusTroféu Quíron “Bronze”
SABESP – UGR BragantinaTroféu Quíron “Bronze”
EMBASA – Unidade Regional de CandeiasTroféu Quíron “Bronze”
SPAT SANEAMENTO S.A. – Grupo IguáFinalista “Compromisso com a Excelência” –
SABESP – Superintendência de Assuntos RegulatóriosFinalista “Compromisso com a Excelência”
Águas de Pará de Minas S/A – Grupo Águas do BrasilFinalista “Compromisso com a Excelência”
EMBASA – Unidade Regional da BolandeiraFinalista “Compromisso com a Excelência” –
 Na Categoria AMEGSA Nível II: 
SABESP – UGR de São Miguel PaulistaTroféu Quíron “Ouro”
DESO – Gerencia de ReceitaTroféu Quíron “Prata”
EMBASA – Unidade Regional de JequiéTroféu Quíron “Prata”
SABESP – Departamento de Engenharia OesteTroféu Quíron “Prata”
EMBASA – Unidade Regional de ItaberabaTroféu Quíron “Prata”
CORSAN – Superintendência da Região MetropolitanaTroféu Quíron “Prata”
CORSAN – Super Intendência da Região LitoralFinalista “Rumo à Excelência”
 Na Categoria AMEGSA Nível III: 
SABESP MS – UGR BillingsTroféu Quíron “Platina”
SABESP ML – UGR ItaqueraTroféu Quíron “Platina”
 Na Categoria AMEGSA Nível IV 
SABESP MN – Unidade de Negócio Norte Troféu Quíron Diamante
 Na Categoria AMEGSA Nível IV – Constância de Propósitos –  Rubi
Não há candidatas nesta categoria. 
Na Categoria AMEGSA Nível IV – Constância de Propósitos – Duplo Rubi
Não há reconhecidas 
Na Categoria Nível IV – Constância de Propósitos Turmalina
Não há reconhecidas 
Na Categoria SQFSA 
SQFSA Nível Autoavaliação Virtual 
Ph Ambiental Comércio e Serviços de SaneamentoTroféu Selo Autoavaliação
Enorsul – Divisão de Projetos e Obras de SaneamentoTroféu Selo Autoavaliação
Vocalcom Consultoria e Soluções de Call Center LtdaTroféu Selo Autoavaliação
Tecbridge Serviços de Infraestrutura Ltda.Troféu Selo Autoavaliação
Fieng Construtora de Obras Ltda.Troféu Selo Autoavaliação
 SQFSA Nível B – 125 pontos 
CTL Engenharia Ltda – Global Alto TietêTroféu Selo Cobre
GMF – Gestão de Medição e Faturamento Ltda.Finalista  Selo Cobre
 SQFSA Nível I – 250 pontos 
Alves da Cunha EngenhariaTroféu Selo Bronze
Loksan Comércio, Válvulas e Equipamentos Ltda.Finalista Selo Bronze
Construtora Rezende Ltda.Finalista Selo Bronze
Juliana Almeida Dutra Eireli – DEEPFinalista Selo Bronze
 Nível II – 500 pontos 
Fundação SANEPAR de Previdência SocialTroféu Selo Ouro
Globalsan Saneamento e Construções Ltda.Troféu Selo Prata


14 DE OUTUBRO DE 2019
EM DIA

OU MUDA OU MORRE

"Em uma era de mudanças incansáveis, uma empresa sobrevive e prospera com base não em seu tamanho ou desempenho em um determinado momento, mas em sua capacidade de se reposicionar para criar um novo futuro e aproveitar uma missão orientada a propósitos para esse fim. É por isso que a transformação estratégica pode ser o imperativo de liderança nos negócios do século 21."

Essa é uma das conclusões de um estudo que acaba de sair pela Harvard Business Review, uma das principais revistas de negócios do mundo. Analisaram centenas de empresas do mundo e se fixaram em 20 das maiores transformações de negócios na última década. Entre elas, gigantes como Netflix, Amazon, Phillips, Siemens, Microsoft e Alibaba. Três aspectos foram analisados: 1) a criação de novos produtos, serviços ou modelos de negócios; 2) as adaptações de seus negócios tradicionais às mudanças; 3) o que fizeram para voltar a crescer. Entre as empresas que se remodelaram, só encontraram 3% de empresas públicas. 

O que levou essas empresas de volta ao sucesso? "Inserir um objetivo mais alto na cultura que orienta as decisões estratégicas, dando clareza às tarefas cotidianas". A Netflix deixou de distribuir conteúdos produzidos por outras empresas, para se tornar uma das maiores produtoras de conteúdo original, ganhando Oscars, deixando de competir com a Apple, Sky, Amazon, Sony, Google e Microsoft. Com isso, lucrou 32 vezes mais. 

Outra que mudou foi a Philips. Desinvestiu em iluminação, para entrar em tecnologia da saúde. Já a Siemens, em vez de maximizar o valor aos acionistas, adotou como missão servir à sociedade. Descentralizou as decisões, para que funcionários tenham participação no sucesso futuro. Saiu de óleo e gás, para indústrias digitais, infraestrutura inteligente, eficiência energética e mobilidade de veículos elétricos.

Entre nós, um bom exemplo é a Randon. Falando com o presidente Daniel Randon, ele me disse que, em 2016, a crise fez seu mercado despencar. A indústria de caminhões brasileira chegou a uma ociosidade de 75% e a de reboques reduziu sua produção para um terço. 

A Randon reduziu sua estrutura de 12 mil funcionários para 7 mil, passou a ouvir mais os clientes, introduzindo soluções mais práticas e baratas, mudou seu mindset, passou a trabalhar com suas 15 empresas em regime de coworking, criou um centro de tecnologia, um instituto de fomento à inovação, 30 startups, se juntou a outras grandes empresas da serra gaúcha para colaborarem entre si. 

Está chegando aos 12 mil funcionários de novo e vai ter neste ano um recorde histórico de faturamento. Uma declaração importante aparece no meio desse estudo da HBR: 180 CEOs de grandes empresas afirmam que "servir aos acionistas não pode ser mais o principal objetivo de uma corporação. Ao contrário: precisa servir à sociedade, através da inovação, comprometimento com ambientes saudáveis e oportunidades econômicas para todos". Quantas empresas gaúchas estão se ocupando da criação do seu futuro com esse novo mindset?

ALFREDO FEDRIZZI, CONSELHEIRO, CONSULTOR E JORNALISTA

sábado, 12 de outubro de 2019



PRÓXIMO
12 DE OUTUBRO DE 2019

MUDANÇAS NA GESTÃO

Uma reforma para balançar tabus do servidor federal. Proposta para o funcionalismo deve prever medidas como avaliação de desempenho, fim da estabilidade e redução de salários

Vista como peça prioritária no quebra-cabeça federal para o equilíbrio das contas, a reforma administrativa preparada pelo governo de Jair Bolsonaro vai propor alterações na relação da União com o funcionalismo. O fim da estabilidade e a demissão por baixo desempenho são os principais pontos da proposta em análise pela equipe econômica, que deverá chegar ao Congresso após aprovação da reforma da Previdência no Senado.

O pacote com as mudanças, que ainda passará pelo crivo do ministro da Economia, Paulo Guedes, terá proposta de emenda à Constituição (PEC), leis complementares e ordinárias. Além da aproximação dos salários pagos pelo setor público aos oferecidos no setor privado, técnicos querem rever o número de carreiras vinculadas ao Poder Executivo, alterar matrizes salariais e acabar com progressões automáticas que utilizam o critério de antiguidade.

Abrangência

As mudanças mais radicais atingiriam apenas quem fosse admitido após eventual aprovação. Servidores que já atuam na União poderiam ser afetados, com revisão de benefícios, necessidade de participar de programas de qualificação e potenciais demissões. A proposta ainda prevê a alteração das regras do estágio probatório, hoje de três anos. A intenção é que o período complemente a seleção feita em concurso. A efetivação só ocorreria após análise de desempenho e comprometimento, o que, na prática, não ocorre atualmente.

Critérios mais rígidos e transparentes deverão ser adotados também para analisar o desempenho de setores do serviço público e de carreiras específicas. A ampliação do ponto eletrônico em setores da administração federal, incluindo postos nos Estados, também está nos planos.

O conjunto de mudanças não seria aplicado a todas as carreiras. Profissionais que atuam em funções mais suscetíveis a pressões externas e influência política, como auditores da Receita e diplomatas, devem ser preservados de parte das medidas. Judiciário e Legislativo ficam de fora.

Na quinta-feira, Guedes disse que o governo também estuda a adoção de trava nos reajustes de servidores em entes federativos que gastem mais de 80% com folha de pagamento. Na prática, a medida atingiria municípios, Estados e União.

Concursos

A linha seguida pelo ministério é corroborada por um estudo feito pelo Banco Mundial, a pedido do governo brasileiro. Para a entidade, há "janela de oportunidade" para o país equalizar os gastos com pessoal a partir de reformas estruturais. Entre as recomendações, estão redução dos vencimentos de entrada dos servidores, aproximação dos rendimentos pagos pelo setor privado e avaliação de desempenho para avanços salariais e na carreira. A estimativa de economia com as ações, até 2030, chegaria a R$ 389 bilhões.

Sem previsão para a abertura de concursos públicos, o governo projeta a redução gradual do número de servidores nos próximos anos. Atualmente, dos 705 mil trabalhadores do Executivo - sendo 35 mil no Rio Grande do Sul -, 127 mil reúnem condições para aposentadoria nos próximos cinco anos. O objetivo é fazer análises individuais para que contratações sejam realizadas somente em casos essenciais.

Uma das alternativas para a reposição é a movimentação interna. Para isso, há a intenção de modificar leis e elaborar editais genéricos, quando houver a abertura de novas seleções. A ação evitaria que transferências entre órgãos acabem na Justiça. A redução nas carreiras facilitaria o trânsito entre setores.

O custo mensal médio de um servidor federal é de R$ 12,4 mil. O orçamento para o próximo ano, que ainda não foi aprovado pelo Congresso, não inclui previsão de aumento nas remunerações.

MATEUS FERRAZ | RBS BRASÍLIA

12 DE OUTUBRO DE 2019
INFORME ESPECIAL

Caindo de maduro


O envelhecimento da população do Rio Grande do Sul pode ser uma boa ou uma má notícia. Depende do que a gente fizer com ela. Entre todas as transformações impulsionadas pela mudança do perfil de idade dos gaúchos, uma é especialmente intrigante: os efeitos no mercado de trabalho.

A edição de sexta-feira de Zero Hora publicou um artigo da diretora de uma rede global de universidades amigas dos 60+, a irlandesa Christine O?Kelly. Ela alerta para as imensas oportunidades que as equipes multigeracionais produzem para as empresas. O desfio é formar gestores preparados para liderar grupos plurais, não apenas nos aspectos mais debatidos nos últimos anos - gênero e raça -, mas também em idades.

Os mais jovens trazem energia e rebeldia. Os mais experientes, ponderação, memória e sabedoria. Seria a mistura ideal, não fossem preconceitos e antigas verdades já caducas, mas ainda presentes. Hoje, dar emprego para alguém com mais de 60 anos é confundido com ato de bondade. Em breve, não contar com grisalhos nas equipes será burrice.

Na verdade, já é.

TULIO MILMAN

Um ótimo sábado.
Excelente Final de Semana
Feliz Dia das Crianças ...

Comitê Gestor do Gespública.

terça-feira, 8 de outubro de 2019



Startups apresentam soluções de impacto socioambiental a investidores


Aceleradas pelo programa Braskem Labs, 22 empresas concluem ciclo de mentoria e levam produtos ao mercado. (Foto: divulgação)
As 22 empresas aceleradas pelos programas Braskem Labs Scale e Ignition tiveram uma oportunidade de expor suas soluções de impacto socioambiental a investidores e possíveis clientes no evento que marcou o encerramento do ciclo de mentorias e workshops promovidos pela Braskem, maior petroquímica das Américas e líder mundial na produção de biopolímeros. Além das apresentações à banca avaliadora, composta por executivos da Braskem, os participantes ainda puderam conhecer melhor as iniciativas das demais startups em seus estandes demonstrativos. A iniciativa ocorreu em 3 de outubro.
No evento de encerramento, Marina Rossi, gerente de Desenvolvimento Sustentável da Braskem, salientou a importância das agendas corporativas estarem atentas aos impactos causados pela ação humana no planeta. “A plataforma Braskem Labs já acelerou mais de 70 empresas de impacto socioambiental nos últimos cinco anos. Até o ano passado, de todas as startups participantes, 40% já haviam recebido investimentos após a participação e 94% delas continuam no mercado”, comentou.
Na ocasião, Fernando Musa, presidente da Braskem, destacou a relevância dos programas de aceleração. “O Braskem Labs é uma plataforma que nos traz muito orgulho. A partir dela, podemos incentivar a inovação e sustentabilidade no ecossistema empreendedor criando um canal focado em desenvolvimento sustentável, que permite que soluções, como as apresentadas aqui, tomem forma e contribuam para aprimorar a vida das pessoas”, comentou.
Com o apoio da Quintessa, parceira do projeto, 12 iniciativas foram selecionadas para participaram do Braskem Labs Scale, que prioriza soluções já validadas e disponíveis no mercado, e 10 fizeram parte do Braskem Labs Ignition, que tem o objetivo de acelerar iniciativas em fase de validação. Entre junho e setembro, os empreendedores passaram por uma extensa agenda de capacitação voltada aos desafios de crescimento de um negócio, como vendas, time, liderança, captação de investimentos, validação de negócios, entendimento do perfil do cliente e testes de mercado, entre outros.
Para conhecer as participantes da edição deste ano, e suas soluções com potencial para mudar o mundo, acesse as redes sociais e o site do Braskem Labs.