quinta-feira, 15 de novembro de 2018


PROCLAMAÇÃO DA REPÚBLICA DO BRASIL

A Proclamação da República Brasileira foi um levante político-militar ocorrido em 15 de novembro de 1889 que instaurou a forma republicana federativa presidencialista de governo no Brasil, derrubando a monarquia constitucional parlamentarista do Império do Brasil e, por conseguinte, pondo fim à soberania do Imperador Dom Pedro II. Foi, então, proclamada a República dos Estados Unidos do Brasil.

A proclamação ocorreu na Praça da Aclamação (atual Praça da República), na cidade do Rio de Janeiro, então capital do Império do Brasil, quando um grupo de militares do exército brasileiro, liderados pelo marechal Deodoro da Fonseca, destituiu o imperador e assumiu o poder no país.

Foi instituído, naquele mesmo dia 15, um governo provisório republicano. Faziam parte, desse governo, organizado na noite de 15 de novembro de 1889, o marechal Deodoro da Fonseca como presidente da república e chefe do Governo Provisório; o marechal Floriano Peixoto como vice-presidente; como ministros, Benjamin Constant Botelho de Magalhães, Quintino Bocaiuva, Rui Barbosa, Campos Sales, Aristides Lobo, Demétrio Ribeiro e o almirante Eduardo Wandenkolk, todos membros regulares da maçonaria brasileira.

domingo, 4 de novembro de 2018


Procura-se hackers: Empresas estarão em evento de recrutamento em busca de profissionais de segurança da informação 
(Divulgação/Divulgação)
São Paulo — A cidade de São Paulo recebe, no próximo dia 10 de novembro, uma feira de recrutamento para hackers. Ou melhor, especialistas em segurança da informação. O evento acontece dentro do Roadsec SP18, um festival hacker que conta com palestras e até mesmo competições relacionadas ao tema. O objetivo é ajudar os profissionais a encontrar um emprego — e também as empresas a conseguir um talento da área, que tem muita demanda.
“Esse tipo de especialista não está necessariamente nas faculdades”, explica Anderson Ramos, CTO da Flipside, que organiza o evento. “Ele normalmente fica no anonimato.” Por isso, a ideia de criar um evento para buscar esses profissionais pela primeira vez no Brasil.
O mercado de segurança da informação está em ascensão no país. Segundo projeções da IDC Brasil, 63% das médias e grandes empresas pretendem aumentar os investimentos em segurança. Por aqui, os gastos com recursos para a área devem aumentar 9% neste ano em relação a 2017, chegando a 1,2 bilhão de dólares.
Um estudo da (ISC)2, no entanto, aponta que teremos um déficit de 185 mil profissionais da área, especificamente executivos especializados em segurança de dados, até 2022 na América Latina — incluindo o Brasil na conta. É um fenômeno global: o mesmo relatório afirma que, ao redor do mundo, o número vai bater o 1,2 milhão no mesmo ano caso nada mude até lá.
A feira de recrutamento para hackers é, portanto, uma chance de se colocar nesse mercado. Segundo a Flipside, já são 88 vagas cadastradas pelas empresas que estarão presentes no evento — e a expectativa é de que, até sábado, o número passe de 100. O Roadsec acontece no dia 10 de novembro, a partir das 9h, na Audio, em São Paulo (SP).

Edição impressa de 01/11/2018. 
Alterada em 01/11 às 01h00min 

ENERGIA


'Modelo de hidrelétricas defendido por Bolsonaro acabou' Retomada da geração hídrica na região amazônica é uma das principais pautas do governo eleito 

ATTT/ATTT/DIVULGAÇÃO/JC O ministro de Minas e Energia, Moreira Franco (MDB-RJ), afirmou que o modelo calcado nas usinas hidrelétricas está encerrado no País. A retomada da construção de hidrelétricas, inclusive na região da Amazônia, é uma das principais pautas da equipe do presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), para o setor elétrico.

 "A fonte hídrica não dá mais a segurança que deu no passado, e que justificou tantos investimentos vultosos. Ela é tão dependente da natureza como outras fontes, que o setor hídrico acha que são fontes menores, porque dependem da natureza. Eles não se olham no espelho e veem que eles também já dependem da natureza", afirmou o ministro. 

O ministro ainda defendeu, mesmo sem fazer referência direta, os leilões regionais de usinas térmicas a gás natural, proposto por meio de consulta pública pelo ministério. O modelo é extremamente controverso dentro dos próprios órgãos do setor elétrico. 

Críticos afirmam que a consulta pública do governo visa viabilizar um leilão no Nordeste, defendido principalmente por políticos e empresários em Pernambuco. Além disso, há questionamentos à contratação regional das usinas, que limita a concorrência e contraria o sistema interligado nacional - em que a energia não precisa necessariamente ser gerada na região onde é consumida, pois pode ser transportada por meio de linhas de transmissão. 

Esse modelo, existente há décadas no País e defendido por diversos especialistas do setor, foi criticado pelo emedebista.

 "Temos um País extremamente diverso, e essa diversidade é incompatível com o sistema nacional, único, como se as regiões fossem iguais. Uma fonte que pode oferecer energia barata em determinada região é impedida de oferecer energia barata porque é preciso que essa contribuição (a energia gerada) entre no sistema, que impõe desvios desnecessários e prejudiciais à família brasileira", afirmou, em seu discurso. 

Moreira Franco também disse que é preciso diversificar a matriz, não apenas com energia limpa, mas também para garantir a segurança elétrica. Para defensores do leilão, as usinas térmicas movidas a gás natural são uma fonte que traz estabilidade, por terem a capacidade de serem despachadas a qualquer momento. "Se o Brasil não tivesse tido a maior crise econômica de sua história, teríamos tido um apagão", afirmou o ministro. 

Outros empresários ligados ao setor de gás natural buscaram apresentar propostas a Bolsonaro, ainda durante a campanha. Na semana passada, o então presidenciável recebeu uma equipe de técnicos, que incluía o presidente da Associação Brasileira de Empresas Distribuidoras de Gás (Abegás), Augusto Salomon, e o consultor Adriano Pires, do Centro Brasileiro de Infraestrutura (Cbie), um dos técnicos do setor que defende o uso de térmicas a gás para garantir a segurança do sistema elétrico. - Jornal do Comércio 

https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/cadernos/jc_logistica/2018/10/654869-modelo-de-hidreletricas-defendido-por-bolsonaro-acabou.html

Edição impressa de 01/11/2018. 
Alterada em 01/11 às 08h36min 
ENERGIA 

Projeto de lei no Congresso Nacional resgata proposta da Aneel de conta de luz pré-paga Tramita na Congresso Federal, em Brasília, um projeto de lei do deputado Jovair Arantes (PTB-GO), que pretende instituir a modalidade de conta de luz pré-paga. O modelo tem algumas semelhanças com a telefonia celular pré-paga. 

Mas, ao contrário do celular, em que o usuário continua a receber ligações por um longo período, mesmo quando fica sem créditos, no caso da energia pré-paga, o consumidor poderá ter a energia cortada em poucos dias, se não fizer a recarga. O projeto, contudo, permite ao consumidor solicitar um crédito emergencial em caso de ficar sem créditos de energia elétrica. 

Conforme consta no projeto, a distribuidora deve disponibilizar ao consumidor a opção de utilização de um crédito de emergência em montante definido na regulamentação, que não poderá ser inferior a 20 quilowatts/hora (kWh), o equivalente a cerca de três dias de consumo. O texto destaca que esta solicitação deverá ser prontamente fornecida mediante solicitação, deve ser criado um dispositivo que poderá ser acionado pelo consumidor diretamente no próprio sistema de medição. 

De acordo com o deputado autor do projeto, a iniciativa é importante para os consumidores. "Trata-se de sistemática aplicada com grande sucesso na telefonia móvel no Brasil, com adesão voluntária de milhões de usuários", disse - Jornal do Comércio 

https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/cadernos/jc_logistica/2018/10/654871-projeto-de-lei-no-congresso-nacional-resgata-proposta-da-aneel-de-conta-de-luz-pre-paga.html
Cláudia viaja uma vez por ano ao exterior para atualizar a CaucakesCláudia viaja uma vez por ano ao exterior para atualizar a CaucakesFOTO: /JÉSSICA ZANG/ESPECIAL/JC

Jovem cria atelier de doces em Novo Hamburgo com inspiração internacional

A dona da CauCakes viaja todos os anos para fora do País para buscar novidades

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Foi em um kitnet no quarto andar de um prédio sem elevador, em Novo Hamburgo, que a história começou. "Eu levava tudo no braço até lá em cima." A fala de Claudia Robinson, 31 anos, reflete como montou e administra o seu negócio, a CauCakes: com esforço e dedicação.
A empresária se identificou com a gastronomia depois de passar três anos na Austrália, onde trabalhou em cafés e restaurantes. Voltou ao Brasil, em 2011, convicta a focar na área. "Sempre tive talento para atividades manuais e criativas", observa.
Já no País natal, foi funcionária em um restaurante, onde auxiliava em eventos e fazia sobremesas. "Minha colega dizia: 'Cláudia, tu sempre acertas as receitas'. Aí, me dei conta que, desde criança, gostava de apreciar comida. Sempre sabia de quais padarias eram os brigadeiros das festinhas de aniversário", conta.
Mesmo não tendo cursado nada relacionado à culinária, a empreendedora tinha vontade de fazer doces. Foi com uma reserva de cerca de R$ 4 mil que comprou os itens da sua primeira cozinha e a montou no kitnet alugado.
Durante um ano, produziu brigadeiros, brownies e cupcakes por encomenda e para uma loja. "Decidi arriscar. Mas era um momento de dúvidas, não queria investir muito, ainda pensava em voltar pra Austrália."
A empreendedora abriu uma loja para expandir os negócios, investindo o lucro acumulado no período e uma reserva em dólares. Alugou e reformou um imóvel que denomina como um atelier de doces, onde acrescentou ao que vendia palhas italianas, sanduíche de brownie, sorvetes de fabricação própria, cookies e cafés. A CauCakes também conta com encomendas de tortas. "Muitos achavam que era uma padaria, que eu também vendia salgados. Então, foi uma mudança de pensamento. Mas consegui fidelizar clientes", comemora. Ela ainda ressalta que a palavra atelier foi escolhida pela característica artesanal. "Tudo passa por mim. Preferi investir em matéria-prima cara, mas que ficasse com um gosto bom, sem aquele ar de industrializado."
Claudia busca inspirações, tanto para os doces quanto para a decoração da loja, no exterior, para onde viaja uma vez por ano. E é nisso que enxerga o seu diferencial.
"Me inspiro nas coisas, mas procuro criar sempre. Por mim, traria novidades toda semana para a loja, mas preciso ter os pés no chão e manter aquilo que faz os clientes virem."
Oportunidades de alçar voos maiores já surgiram, porém a empresa prefere a proposta intimista. "Decidi trabalhar assim e está dando certo. Já poderia ter aberto franquias, quiosques em shoppings, mas perderia a ideia inicial."
As redes sociais foram fortes aliadas para atrair clientes e acostumá-los aos horários de funcionamento. "Fui criando hashtags e a que mais pegou foi sexta é dia de Caucakes.".

Fórum de Gestão Estratégica em Facilities será realizado em novembro

30/10/2018

FNQ apoia o evento, que acontece em São Paulo

Organizado pela Blue Ocean Bussiness Events, com apoio da FNQ, a 4ª edição do Fórum de Gestão Estratégica em Facilities acontece nos dias 29 e 30 de novembro, no Hotel Radisson Paulista, em São Paulo.
Chegando em 2018 à sua 4ª Edição, o encontro consolidou-se como referência em informação, debates, networking e negócios para profissionais do setor. Um evento que desde sua primeira edição escuta a audiência envolvida e interessada com o tema e tem suas sessões formatadas para proporcionar interações do público.
Desconto para filiados à FNQ – os filiados da FNQ têm 10% de desconto. Use o código #GEFFNQ2018 e não perca a chance de se reunir a esses importantes players do setor. Entre em contato pelo telefone (11) 3266-3591 ou e-mailcontato@blueoceanevents.com.br para saber mais.
Para baixar a programação completa acesse o sitehttp://forumfacilities.blueoceanevents.com.br/

EVENTO
4º Edição Fórum de Gestão Estratégica em Facilities.
Data: 29 e 30 de novembro
Local: Hotel Radisson Paulista - Alameda Santos, 85 - Paraiso - São Paulo /SP


FNQ promove Manhã do Conhecimento com a alta liderança

30/10/2018

Tema do encontro foi “Compliance na Cadeia de Valor”

A FNQ, em parceria com a Compliance Total, realizou hoje, 30 de outubro, sua primeira Manhã do Conhecimento, reunindo a alta liderança de diversos setores para tratar o tema Compliance na Cadeia de Valor.
O evento aconteceu no auditório MackGraphe da Universidade Mackenzie, em São Paulo, e começou com um café da manhã para os convidados, seguido das boas-vindas pelo Professor Doutor José Augusto Brito, da Escola de Engenharia e Diretor Executivo do MackGraphe.
O gerente de operações da FNQ, Marcos Bardagi, em sua apresentação, falou dos oito Fundamentos do Modelo de Excelência da Gestão® (MEG) e a sua correlação com os cinco pilares do Programa de Integridade, que começa com o comprometimento e o apoio da alta liderança na implementação e na manutenção contínua do compliance nas empresas. Ressaltou, ainda, o direcionamento estratégico da FNQ, que tem por finalidade o resgate da confiança no País, que tem sofrido com a corrupção e as suas consequências devastadoras tanto para a imagem do Brasil quanto para a sociedade como um todo.
Para fechar a Manhã do Conhecimento, o diretor técnico e sócio da Compliance Total, Wagner Giovanini, falou sobre a maturidade dos sistemas de compliance e sua cerificação e, também, da importância do compliance e da integridade da cadeia de valor, dando ênfase aos aspectos legais e competitivos.
“Integridade é fazer o certo por convicção, independentemente de lei”, enfatizou Wagner. “É preciso olhar para os riscos e não permitir que eles se materializem. Por outro lado, o compliance não pode atrapalhar o negócio no sentido de burocratizá-lo. Ele tem de ajudar a fazê-lo de maneira correta”, completou.
Cadeia de fornecedores – em sua apresentação, Giovanini também falou sobre a importância de mitigar os riscos junto a todos os fornecedores. “Toda empresa tem a obrigação de disseminar o compliance em sua cadeia de valor para evitar que seus fornecedores se engajem à corrupção, à fraude, a cartéis e a outras ilicitudes”, disse. “Empresa íntegra só deve ser relacionar com empresa íntegra”, completou.
Para Wagner, o mecanismo de integridade, hoje, é uma vantagem competitiva. Contudo, amanhã, será condição de sustentabilidade do negócio. “É um caminho sem volta e todos têm de estar preparados para o mercado”, completou.
No final do evento, todos os participantes receberam o livro da FNQ “Gestão Transparente e Sistemas de Integridade - Compliance”, lançado neste ano, que traz um conteúdo inédito de boas práticas corporativas voltadas para uma governança eficaz, com cases de sucesso de diversas empresas. Aborda, ainda, uma pesquisa inédita do Senac/RS sobre integridade nas MPE no Brasil.