sexta-feira, 10 de novembro de 2017

Marinha do Brasil concede medalha a Jairo Martins

10/11/2017

Entrega da medalha Amigo da Marinha aconteceu em 6 de novembro

No dia 6 de novembro, a Marinha do Brasil - Comando do 8º Distrito Naval concedeu a medalha Amigo da Marinha ao presidente executivo da Fundação Nacional da Qualidade (FNQ), Jairo Martins, em cerimônia realizada na capital paulista.
A medalha foi criada para agraciar personalidades civis, sem vínculo funcional com a Marinha do Brasil, militares de outras Forças, bem como instituições que tenham se distinguido no trabalho de divulgar a mentalidade marítima ou no relacionamento com a Marinha.
De acordo com os critérios para a concessão da medalha, a Marinha considera os seguintes requisitos, simultaneamente:
• idoneidade moral e conduta pessoal condizentes com os padrões que a Marinha exige de seus integrantes;
• interesse pela Marinha e pelos assuntos ligados ao Poder Marítimo;
• atividade destacada em prol dos interesses da Marinha ou de outro segmento do Poder Marítimo.

“Sinto-me muito honrado pelo reconhecimento da Marinha, que fomenta a melhoria contínua da gestão no setor de segurança pública, por meio de seu Programa Netuno, que tem como base o Modelo de Excelência da Gestão® (MEG), da Fundação”, afirma Jairo Martins. “Saber que o nosso trabalho à frente de uma instituição como a FNQ gera bons frutos e ajuda a gestão pública é muito gratificante”, finaliza.

FNQ e ABDI firmam convênio para atuar na cadeia aeronáutica

10/11/2017

Parceria visa a fortalecer a produtividade, empregabilildade e competitividade do setor

Quem participou do Fórum de Boas Práticas de Gestão da FNQ, realizado no último dia 31, em São Paulo, recebeu, em primeira mão, a notícia sobre o convênio de cooperação técnica e financeira da FNQ junto à Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI).
O projeto, que tem duração de seis meses, tem foco na implementação de ações de extensão industrial, tecnológica e gerencial em 60 empresas de pequeno e médio porte da cadeia aeronáutica e da cadeia produtiva de diversas regiões do País. “ Nosso foco é estimular a elevação da produtividade, fortalecendo a indústria, a empregabilidade e a competitividade”, afirma o presidente da FNQ, Jairo Martins.
Desdobramentos - o convênio está separado em três etapas. A primeira visa a avaliar a maturidade da gestão de 20 empresas da cadeia aeronáutica, com a realização da Avaliação Assistida Expressa (AAE), da FNQ, que fornecerá um relatório consolidado das melhorias a serem implementadas.
A segunda etapa corresponde a visitas a 40 organizações selecionadas pela ABDI, nas cidades de Cacoal (RO), Sorriso (MT) e Londrina (PR), com o objetivo de identificar a linha de produção que será o foco da implementação da ferramenta de gestão do Projeto Lean Manufactoring*.
A terceira consiste na construção de oito módulos de ensino a distância com base no Modelo de Excelência da Gestão® (MEG), da FNQ, atendendo às especificidades das empresas beneficiárias pelo projeto, de forma a suprir as lacunas de capacitação em gestão necessárias para o aumento da competitividade dessas organizações.
*Lean ManufacturingLean Thinking ou Pensamento Enxuto é uma filosofia de gestão baseada no Sistema Toyota de Produção. Ela permite às empresas e organizações gerar valor para seus clientes por meio da melhoria contínua na entrega de produtos, serviços e eliminação desperdícios. Ao incorporar essa filosofia, a empresa aumenta a sua efetividade, a produtividade e a satisfação dos seus clientes, utilizando menos recursos.

Jairo Martins foi palestrante no II Fórum das Transferências Voluntárias

09/11/2017

Evento aconteceu nos dias 7 e 8 de novembro, em Brasília

No último dia 7, o presidente executivo da FNQ, Jairo Martins, foi um dos palestrantes do II Fórum das Transferências Voluntárias, que aconteceu em Brasília. O evento, organizado pelo Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão (MP), teve o objetivo de promover o fortalecimento da governança e da melhoria da gestão dos convênios, com participação de representantes do Governo Federal, dos Estados, municípios e órgãos de controle.
Abertura - o secretário de Gestão do MP, Gleisson Rubin, destacou que, além do papel normatizador na área de convênios, o Planejamento tem investido no fortalecimento da governança colaborativa. “As normas apontam caminhos, definem limites de atuação dos gestores, mas o processo de melhoria de gestão é mais complexo que isso, precisa ser construído de forma compartilhada”, disse.
Palestra - Jairo Martins falou aos presentes na tarde do dia 7, quando ministrou a palestra “A importância da excelência na gestão da infraestrutura do País”. Para o presidente executivo da FNQ, a visão sistêmica da gestão de qualquer organização, seja pública ou privada, deve estar sempre pautada em processos robustos e no comprometimento com a ética e a transparência. 
“Quando pensamos na gestão do nosso País, esses alicerces têm de estar muito bem fundamentados para que possamos promover bons resultados, os quais recoloquem o Brasil na rota da competitividade mundial”, disse Jairo.
Foto: Talita Maranhão - Ascom/MP

quinta-feira, 2 de novembro de 2017

De centenárias a modernas, conheça as 10 bibliotecas mais bonitas do mundo

Algumas bibliotecas não só guardam milhares de livros como também foram construídas em edifícios que são verdadeiras obras de arte. Confira as dez mais belas do mundo, localizadas na Europa e nos Estados Unidos.
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1. Biblioteca Clementinum (Praga, República Tcheca)

Construída em 1722, o edifício é uma obra da arquitetura barroca de Praga. A biblioteca abriga mais de 20 mil volumes sobre literatura, medicina e teologia. Por muito tempo, foi considerada o terceiro maior colégio jesuíta do mundo. Seu teto é repleto de afrescos do pintor Jan Hiebl.

2. Biblioteca do Monastério Beneditino de Admont (Áustria)
É a maior biblioteca monástica do mundo. Inaugurada em 1776, possui mais de 180 mil obras, incluindo 1,4 mil manuscritos e incunábulos, além de volumes antigos e edições originais de obras raras. O local foi projetado pelo arquiteto Josep Hueber com um estilo rococó. O teto da cúpula tem pinturas do artista austríaco Bartolomeo Altomonte, que celebram a ciência e a fé.

3. Biblioteca Municipal de Stuttgart (Alemanha)

Projetada em 2011 pelo sul-coreano Eun Young Yi para ser um centro de produção cultural, a biblioteca tem um formato de cubo com nove andares. As paredes externas são de tijolos de vidro levemente acinzentados. No interior, ela é totalmente branca. Os livros que revestem as prateleiras são os únicos vestígios de cor. Com linhas geométricas que causam ilusões ópticas, a biblioteca abriga milhões de livros, além de disponibilizar um café literário e um terraço panorâmico. À noite, ela é iluminada em diferentes cores.

4. Biblioteca Trinity College (Dublin, Irlanda)

A biblioteca, fundada em 1712, fica na mais antiga universidade da Irlanda e abriga a impactante Long Room, uma sala de madeira escura com 65 metros de comprimento. No local, estão expostos os 200 mil livros mais antigos existentes na biblioteca. No total, o conjunto possui quase três milhões de livros, além de alguns tesouros artísticos, incluindo 14 bustos de mármore e uma harpa irlandesa de carvalho do século 15, símbolo do país.

5. Biblioteca George Peabody Library (Baltimore, Estados Unidos)

Localizada na Universidade de Johns Hopkins, a biblioteca possui mais de 300 mil volumes em seu acervo. Os livros datam desde o século 19 e tratam de assuntos como religião, arte britânica, arquitetura, história, literatura, viagem e romance. O local também já foi descrito como a "catedral dos livros" e é referência da arquitetura neoclássica. Projetada pelo arquiteto Edmund Lind em 1860, a construção é repleta de mármore preto e branco, decorações de ferro e cinco fileiras de balcões com colunas douradas. Por sua elegância, a biblioteca é frequentemente utilizada para casamentos e festas privadas.

6.Biblioteca Sainte Geneviève (Paris, França)

Desenhada por Henri Labrouste, a biblioteca foi inaugurada em 1851 e se tornou um dos projetos mais importantes da Europa. O edifício histórico de Paris mistura estilos diferentes com elementos e decorações de ferros. A sala oval de Richelieu é a sede mais antiga da atual Biblioteca Nacional da França, e abriga grandes janelas, colunas e uma cúpula que dá leveza e elegância ao ambiente.

7. Biblioteca Pública de Kansas City (Estados Unidos)

A biblioteca tem uma fachada original, que representa uma estante gigante de 22 livros, cujos títulos são os mais lidos do mundo e foram escolhidos em um concurso público. Entre os principais escritores estão Platão, Shakespeare, Dickens, Tolkien, García Márquez e muitos autores norte-americanos, incluindo Harper Lee. Dentro da biblioteca, Criada em 1873, há grandes espaços para crianças, conferências e mostras dedicadas à história local e nacional.

8. Biblioteca do Congresso (Washington, Estados Unidos)

Construído em 1897, o edifício neoclássico majestoso "Thomas Jefferson" possui 28 milhões de livros, mais de 50 milhões de manuscritos, sendo a melhor coleção de livros raros da América do Norte e a maior coleção de filmes, mapas, partituras e gravações de som.

9. Biblioteca Nacional Marciana (Veneza, Itália)

É uma das mais antigas na Itália. Em seus dois andares estão distribuídos belas coleções de manuscritos gregos, latinos e orientais, volumes raros, atlas, além de mapas. O primeiro a doar uma coleção de livros ao local foi o cardeal Basílio Bessarion em 1468. A biblioteca ocupa parte de um edifício na Piazza San Marco, na margem do Grande Canal.

10. Biblioteca Central de Seattle (Estados Unidos)


Projetado em 2004 pelos arquitetos holandeses Rem Koolhaas e Joshua Prince-Ramus, a estrutura futurista de vidro e aço da biblioteca apresenta um original conjunto de painéis e passarelas suspensas onde estão mais de um milhão e meio de livros. 



Mesmo em alta, Lisboa mantém baixo custo e atrai turistas do mundo todo


Quem chega a Lisboa e se depara com prédios antigos, cheios de roupas nos varais, não imagina o que está acontecendo além daquelas fachadas coloridas.

A capital portuguesa está em transformação, e esse movimento foi comparado recentemente ao que já passaram outras cidades europeias -Berlim, por causa da recente onda de empreendedorismo, novos negócios e ocupação imobiliária que surge por toda a cidade, e Barcelona, pelo turismo de baixo custo, que atrai estrangeiros em busca de um clima agradável o ano todo e, principalmente, de hospedagem e alimentação baratos.

Soma-se a isso o aumento de voos de baixo custo que trazem gente de todos os cantos da Europa para a porção mais ocidental do continente. O resultado mais visível disso tudo é o movimento de gente pelas ruas de Lisboa e uma mistura de idiomas que tomou conta da cidade.

Para a alegria dos turistas brasileiros, ainda ouve-se muito o português. Em alguns locais fora da rota turística, o inglês muitas vezes nem aparece no cardápio.
Apesar dessa nova onda no turismo lisboeta, os preços praticados, principalmente na alimentação, ainda fazem da cidade uma boa opção para todos os bolsos. Por toda a parte, há menus completos que chegam a custar menos de € 10 (R$ 33), até mesmo os que incluem o bacalhau português.

Já a hospedagem ficou um pouco mais cara, principalmente na alta temporada, quando quase não há vagas, nem mesmo nos apartamentos do Airbnb. A oferta de leitos, no entanto, tem aumentado, procurando responder ao fluxo de turistas. Há novas opções de acomodação, incluindo hotéis de luxo, como o recém-inaugurado Pestana, instalado num antigo edifício que ocupa um quarteirão inteiro bem em frente à emblemática praça do Comércio.

Outros prédios históricos, no eixo Baixa-Chiado, têm recebido hotéis e albergues menores, que mantêm diárias por volta de € 70 (R$ 233) mesmo no verão. Outra face visível desse aumento de turistas é o movimento no transporte público, sempre cheio: ônibus, metrô e bondes, além do vai e vem dos polêmicos tuk-tuks pelas ladeiras e ruas estreitas da capital portuguesa.

Esses pequenos veículos surgiram na cidade em 2012 e até hoje tenta-se criar regras para controlá-los, como determinar regiões onde eles podem circular e estacionar, para evitar uma piora no já caótico trânsito local.

VELHO E NOVO

Com o intuito de acomodar os viajantes, Lisboa também ampliou suas áreas turísticas para além da linha que margeia o rio Tejo. Continuam imperdíveis o tradicional bairro da Alfama, com suas ruas estreitas e vistas da cidade. Belém também segue na lista, com seus monumentos e edifícios de outros tempos e, principalmente, o pastel de nata.

Já no Parque das Nações, o grandioso Oceanário e o teleférico revelam a faceta moderna da antiga Lisboa. Para lamento de alguns portugueses, os novos ares acabam levando um pouco da tradição da capital.

A saída do comércio antigo do centro histórico, como farmácias e ourivesarias que funcionavam havia quase cem anos, para dar lugar a novos empreendimentos, como lojas de souvenir e de conveniência, causou um certo desconforto nos lisboetas.

A atualização e o aumento dos aluguéis, aliados à necessidade de reformar grande parte dos edifícios da Baixa Lisboa, alterou o cenário construído ao longo das últimas décadas. Se isso pode passar longe dos olhos dos turistas, os moradores lamentam a perda de parte da história do lugar.

LOJAS COM PASSADO

Preocupada com esse cenário, a Câmara de Lisboa tem feito esforços para evitar que o comércio local perca a identidade. Criou, assim, em meados de 2016, o selo "Lojas com História", que distinguiu inicialmente 63 estabelecimentos pela sua tradição.

Mesmo que a ação ainda não garanta a sobrevivência desses locais, incluindo as célebres Confeitaria Nacional e a Ginginha Sem Rival, a ideia é apoiá-los por meio de incentivos vindos de um fundo municipal que pode chegar em € 25 mil (R$ 83,2 mil) por estabelecimento.
Richard Taylor/4Corners Images
Movimentação em café no Miradouro da Graça, na região que leva o mesmo nome
Movimentação em café no Miradouro da Graça, na região que leva o mesmo nome
ESPÍRITO TRADICIONAL

O bairro da Graça é daqueles lugares que ainda mantêm um certo ar tradicional lisboeta. Apesar da invasão de tuk-tuks que levam os turistas para as melhores vistas da cidade, nos miradouros da Nossa Senhora do Monte e da Graça, ainda há praças tranquilas, velhinhos pelas ruas e restaurantes sem fila.

Para comer bem, há o Pitéu da Graça, onde é servido o bacalhau à moda da casa, mergulhado no azeite e acompanhado por batatas fritas fininhas e crocantes.
Para os que gostam de bar, ao lado fica o Botequim, um antigo reduto de artistas do final da década de 1960, que foi reaberto e preserva o mobiliário da época e o clima intimista. Do cardápio saem petiscos típicos de Portugal.

Nos dias de calor ou durante o pôr do sol, as mesinhas ao redor dos quiosques no Miradouro da Graça são ideais. Aos amantes de cervejas artesanais, no coração do bairro fica a fábrica da Oitava Colina, que abre suas portas uma vez por mês para visitas e degustações.

BELAS VISTAS E CLIMA MULTICULTURAL

Num prolongamento da Baixa de Lisboa, fica o bairro da Mouraria, que começa na praça Martim Moniz e faz fronteira com o castelo de São Jorge. Ao chegar no lugar, a diversidade salta aos olhos do turista. Letreiros escritos em chinês e restaurantes indianos dão o tom multicultural do bairro.

Durante o verão, o movimento da praça fica por conta das feiras de comida que acontecem quase todos os fins de semana. Em algumas ruas no entorno, ficam restaurantes chineses clandestinos, instalados em casas sem placas. Para se arriscar em algum deles, é preciso perguntar onde ficam ou então seguir o movimento e o cheiro do tempero chinês.

Se a ideia é não se aventurar, o restaurante Zé da Mouraria é conhecido por ter um dos melhores bacalhaus da cidade. A receita tradicional da casa, que serve fartas refeições sem frescura, é o bacalhau com grão de bico, presente no menu todas as sextas-feiras. Vale a pena fazer uma reserva e garantir um lugar no pequeno salão.
Para quem procura um pouco mais de requinte e uma bela vista, um dos centros comerciais que pontua a paisagem da praça Martim Moniz abriga um dos "rooftops" mais simpáticos da cidade, o Topo. O último andar do edifício oferece uma visão privilegiada do castelo de São Jorge.

A região guarda outra bela vista de Lisboa, no terraço do hotel Mundial, bem em frente à praça Martim Moniz, onde, nos fins de semana, imigrantes se juntam para jogar suas intermináveis partidas de críquete.

O local é frequentado principalmente por hóspedes, mas é aberto para o público nos fins de tarde. Os preços são altos, mas a vista que se tem da Baixa de Lisboa e a proximidade do castelo de São Jorge valem a extravagância.

CHOPP, CAFÉS E MÚSICA

Depois da praça Martim Moniz, rumo à parte alta de Lisboa, fica o bairro do Intendente. Até um tempo atrás, os turistas só arriscavam ir à região por causa do restaurante Ramiro, conhecido pelos frutos do mar frescos e pela fila na porta.
O largo do Intendente era visto como um reduto de tráfico de drogas e prostituição. Depois de ser revitalizado pela Câmara de Lisboa em 2012, passou a atrair novos estabelecimentos, como cafés e lojas, que deram um novo ar à região, que mereceu até um elogio no jornal "New York Times".

O ponto alto é a Casa Independente, uma antiga construção transformada num misto de bar e balada, ainda na época em que a região não era recomendada aos turistas.

No pátio interno há um jardim coberto com parreiras e com mesinhas convidativas para um café ou uma cerveja, a qualquer hora do dia. Nos fins de semana, um dos salões, com lustres garimpados em antiquários, dá lugar a uma movimentada pista de dança.

De volta ao largo, durante o dia todo, três cafés ficam abertos aos visitantes, um em cada canto do espaço. O das Joanas fica numa pequena esquina e serve uma apetitosa empada de pato que vai bem acompanhada de uma imperial gelada (um "quase" chopp para os lisboetas).

O Café do Largo é conhecido pelos shows intimistas de músicos de passagem pela cidade ou de ritmos africanos e brasileiros ao longo da semana. No outro extremo fica o Josephine, com jeitinho de bistrô e um cardápio que tem desde hambúrguer até quiche.

Entre eles fica A Vida Portuguesa, venda que ocupa uma antiga loja de cerâmica. Se não for a mais bonita da cidade, com certeza é uma boa para comprar produtos genuinamente portugueses, como enlatados, tapeçaria e cerâmica. 

terça-feira, 31 de outubro de 2017


O Comitê Nacional da Qualidade ABES realizou, nesta terça-feira, 31 de outubro, o anúncio das vencedoras na Categoria As Melhores em Gestão no Saneamento Ambiental – AMEGSA do Prêmio Nacional de Qualidade em Saneamento – Ciclo PNQS 2017. Também foram anunciados os vencedores do Selo da Qualidade do Fornecedor de Serviços de Saneamento Ambiental – SQFSA, uma novidade do PNQS este ano (veja a lista abaixo).

O anúncio foi feito pelo presidente nacional da ABES, Roberval Tavares de Souza, pela coordenadora do CNQA, Rosana Dias, e por Maria Ângela Dumont Sargaço e Márcio Romero, membros da coordenação do CNQA.

Para assistir ao vídeo do anúncio, acesse via clique aqui  ou veja o vídeo na página da ABES no Facebook: (https://www.facebook.com/abesdn/)

Seminário de Benchmark e Cerimônia de Premiação

O evento de encerramento do Ciclo PNQS 2017 será realizado nos dias 20 e 21 de novembro, em Aracaju, Sergipe.

No dia 20 será promovido o Seminário de Benchmark – Apresentação de Cases IGS e PEOS

No dia 21 serão realizados o Seminário de Benchmark – Apresentação de vencedores Níveis “B”, I, II, III e IV e a Cerimônia de Premiação do PNQS.

Também acontecerá neste dia o Seminário de Benchmark – Apresentação das finalistas por categoria da Categoria “Selo da Qualidade do Fornecedor de Serviços de Saneamento Ambiental”, uma novidade do PNQS este ano. O anuncio das reconhecidas acontecerá na Cerimônia de Premiação.

Mais informações serão divulgadas em breve.

Acesse o site do PNQS: http://abes-dn.org.br/pnqsnew/

A seguir a lista das vencedoras. Parabéns a todas!

VENCEDORAS DOS NÍVEIS B, I E II:

NÍVEL B – TROFEU QUIRON COBRE

AGUAS DE ITAPEMA

SANEAGO – DISTRITO DE ANÁPOLIS


VENCEDORAS DO NIVEL I – TROFEU QUIRON BRONZE

CORSAN – SURCEN – SUP. REGIONAL CENTRAL

CORSAN – SURFRO – SUP. REGIONAL FRONTEIRA

CORSAN – SURNE – SUP. REGIONAL NORDESTE

CORSAN – SUPLA – SUP. REGIONAL PLANALTO

DESO – GREC – GERÊNCIA DE RECEITAS

SANEAQUA MAINRINQUE

SANEPAR


VENCEDORAS DO NIVEL II – TROFÉU QUIRON OURO

CESAN

SABESP – UGR BILLINGS

SANEPAR – GGSO – GERÊNCIA GERAL SUDOESTE

SANEPAR – URCA – UNIDADE REGIONAL CASCAVEL

SANEPAR – URPB – UNIDADE REGIONAL PATO BRANCO


NÍVEL II – TROFEU QUIRON PRATA:

CORSAN – SURSIN – SUP. REGIONAL SINOS

DESO – GCSE – GERÊNCIA COMERCIAL SERTÃO


NIVEL III – TROFEU QUIRON PLATINA

SABESP – UGR INTERLAGOS



NÍVEL IV – TROFEU QUIRON DIAMANTE

SABESP – DIRETORIA METROPOLITANA



NÍVEL IV PLUS – O TROFEU QUIRON RUBI VAI PARA

SABESP – UNIDADE DE NEGÓCIO LESTE


SABESP – UNIDADE DE NEGOCIO OESTE

“Selo da Qualidade do Fornecedor de Serviços de Saneamento Ambiental”